POR QUÊ? – 26.11.2021

Um grande problema, de uma empresa nesses últimos dois anos veio à tona, é não definir previamente os critérios que o ajudem a decidir quem demitir. E, quando o faz sem tê-los, ou baseado em conceitos e juízos errados, gera injustiças que, dependendo do erro, podem levar a empresa a ter sérios problemas.
Portanto, por menor que seja uma companhia, ela deve zelar pela manutenção dos empregos, tendo em vista que o COVID-19 não foi culpa do trabalhador, e também ter discernimento de quem deve sair e quando.

O primeiro é o timing. Quando uma crise se instala, tão importante quanto escolher quem deve ser demitido é ter velocidade na decisão. Isso porque, se demorar a demitir, o empreendedor pode se ver sem caixa para fazê-lo posteriormente. Se, por generosidade ou excesso de otimismo, o empresário decidir manter os empregados, pode ser que, no instante seguinte, se veja sem caixa e sem crédito. E, se a empresa vier a falir, poderá ter de demitir sem pagar os direitos dos funcionários. Uma situação terrível para ambos os lados. Nesse caso o empregado foi melhor e facilitador para a empresa.

A falta de desempenho, quando o empregado não cumpre o que dele é esperado para a tarefa. Se, após o treinamento apropriado e a verificação de que os materiais e as estruturas estão à disposição, mas ele mesmo assim não consegue realizar a tarefa a contento, então é o momento de demiti-lo. Nesse caso de novo o funcionário foi perfeito.

O mau comportamento. Quando o funcionário faz comentários depreciativos sobre a organização, seus pares ou líderes, ou se suas atitudes geram um clima organizacional negativo, deve ser demitido. Claro que, antes dessa decisão, o empresário deve observar se um feedback é suficiente para reverter a situação. Mas não se deve deixar um colaborador destruir as relações entre as pessoas, o moral da equipe ou a reputação da companhia. O empreendedor deve ser rigoroso com essas questões, sob o risco de colocar o futuro da empresa em xeque. Pelo contrário, sempre dignificou o nome.

O importante é que a demissão de alguém seja compreensível e considerada justa pelos que ficam. Afinal, a maneira como se demite diz muito sobre a cultura da empresa.

É um exemplo, é um aglutinador, é um motivador, é carismático, é competente, é trabalhador, é orgulho do mercado. Um nome a ser conquistado para qualquer empresa desse mercado. Vai fundo, Luiz Cruz!

E ela deve gerar o clima mais positivo possível, com respeito e excelência no cumprimento dos propósitos mais elevados da companhia.

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