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Opinião
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Seu cliente ainda acredita que a internet é o futuro? 05/11/2009
Felipe Morais
Ele está errado. Ajude-o com pesquisas, dados e informações. O profissional de planejamento estratégico digital deve mostrar ao cliente como construir e trabalhar as marcas na web. E manter o trabalho constante. Recentemente um amigo visitou um cliente, que disse: “eu preciso entrar na internet, pois ela é o futuro…” Rapidamente perguntei ao amigo se ele concordou com o cliente - e ele disse que sim. Eu discordo, pois na minha opinião a internet não é o futuro. Para começar a defender a minha teoria, vamos analisar. Você, amigo leitor, está lendo esse artigo em um site, certo? Com certeza você deve ter um e-mail, ou até dois, sendo o seu pessoal e o da empresa, há pelo menos uns cinco ou seis anos; quando você tem que ir a um lugar e não sabe como chegar, recorre ao Apontador ou ao Google Maps. E com certeza você viu – ou tentou ver – o vídeo da Cicarelli no YouTube. Deve também conversar com seus amigos muito mais pelo MSN e e-mail do que pelo telefone, acompanha as notícias pelo G1, UOL, Terra; provavelmente nem deve mais assinar o jornal pois lê as notícias nesses portais; posso arriscar até mesmo que você tem um perfil no Orkut e no Twitter. Logo, querendo ou não, você está inserido no mundo digital há mais de cinco, seis anos, certo? As marcas também. Por mais que elas tenham apenas um website, versão web 0.0 ou 1.0 – e acreditem muitas ainda são assim – elas estão na internet há mais tempo ainda. O UOL já tem bem mais de 10 anos, por exemplo, e foi um dos primeiros portais de notícias no Brasil, vencendo a “bolha” e até mesmo a investida sem sucesso da AOL, gigante americana que está pior a cada dia. Se uma marca acredita que não está na web ou em redes sociais, basta ela ir no Orkut e pesquisar seu nome. Com certeza haverá uma comunidade em volta dela ou de um produto – mesmo que uma comunidade feita por funcionários da empresa. Então a afirmação “a internet é o futuro” ainda vale? Não creio! Eu diria que o futuro passa pelas redes sociais, mobile, games, IPTV, TV digital, convergência total de mídias, Kindle… esse é o futuro, a internet não! Ela é a base para tudo isso, o elo do usuário com as plataformas, é a principal revolução na comunicação mundial. Mas já não é mais o futuro - é o presente! Internet é o futuro pode ser uma frase de 1999, 2000, 2001. Em 2009 não! Infelizmente algumas empresas e marcas ainda não abriram os olhos para isso. Recentemente eu dei uma palestra sobre planejamento estratégico digital, onde abri perguntando: - Você ficaria fora de um mercado com 66 milhões de potenciais consumidores com penetração em 88% na classe AB? Todos na palestra responderam que não, mas a verdade é que muitos gestores de marketing e marca ficam. Por medo? Insegurança? Por que acham que internet é coisa de “moleque que fica marcando balada”? Talvez; cabe a cada agência entender a cabeça do seu primeiro consumidor – o gestor de marketing – para mostrar a ele a importância da web no planejamento estratégico digital de uma marca. Pensar hoje em construção de marca sem pensar em web é dar um tiro no pé, mas muitas marcas ainda o fazem e estão perdendo terreno para a concorrência. Em cada segmento de mercado há sempre uma pessoa que acredita na web e quer levar sua marca para lá - e essa pessoa vai dominar o terreno em pouco tempo. E depois fica difícil correr atrás. Talvez seja o futuro no quesito de consumo de mídia e informação. Acredito que em cinco anos, as pessoas assistirão mais TV via web do que nos aparelhos tradicionais, lerão mais notícias em portais do que em revistas e jornais – aliás, esse fenômeno já começa a acontecer, basta ver que o NY Times, um dos maiores e mais importantes jornais do mundo está em dificuldades porque os americanos não compram mais o impresso, leem apenas a versão digital. Blogs e Twitter estão se tornando referência de notícias e em breve vão superar até mesmo os sites do jornais e revistas; até as rádios procuram formas de ir para o mundo online e lucrar com isso. Em resumo, internet não é o futuro. Ela é o presente. Clientes com essa mente precisam de mais pesquisas, dados e informações para mudar sua visão. É preciso – e aí vem o trabalho do profissional de planejamento estratégico digital – mostrar ao cliente que a web é algo extremante importante e também mostrar como construir e trabalhar essas marcas na web - pois apenas colocá-la na web e não trabalhar não adianta em nada! Fonte: http://webinsider.uol.com.br (3 de novembro de 2009) Felipe Morais é gerente de planejamento estratégico digital e mantém p blog http://plannerfelipemorais.blogspot.com.
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Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
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Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim) • "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm) • "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO • “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse) • “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
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Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
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FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa) • \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico) • “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio) • “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo) • “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio) • “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro) • “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo) • “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito) • “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80) • “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72) • “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo) • “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos) • “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção) • “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal) • “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano) • “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians) • “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus) • “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus) • “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
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Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN • “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch • “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital • “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem • Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados • “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo
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