Opinião
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Cinco dicas para o ‘faz tudo’ cumprir sua agenda
20/08/2010
Ana Carolina Franceschi Simões
 
 
 
Opinião  
:: Retrospectiva 2008 - COMPLETA 01/01/2009
Coluna do Nenê


Big B. de sempre
Como todo ano, a televisão brasileira iniciou 2008 com a pouca vergonha regada a muito trago do pessoal da casa dos três “Bs”, aliás, quatro contando com o Bial. Os anunciantes de bebida aproveitaram e também fizeram a festa. Entretanto, a alegria não durou muito, e logo surgiu a Lei Seca, além de novas restrições para a publicidade de bebidas alcoólicas.

Olimpíadas 2008
Os Jogos Olímpicos de 2008 na China serviram para provar que a tecnologia de Pequim é realmente avançada. Com muito esforço, o governo chinês tentou esconder a miséria da cidade e a poluição, além de até trocar a voz da menininha que cantou na abertura da competição. O Brasil, por sua vez, enquanto Phelps ganhava todas (e o Cielo uminha) viajava até o outro lado do mundo para voltar com apenas 15 medalhas: três de ouro, quatro de prata e oito de bronze. A CBF gastou horrores para ver Dunga e seus atletas num circo de horrores.

Publicidade Multimídia
O mercado teve que se virar para anunciar em todos os pontos de contato com o público-alvo. A mídia online, apesar de crescer 21% com relação a 2007, ainda é carente de investimentos publicitários, representando 3% do bolo de investimentos totais em propaganda do Brasil. Mesmo assim, é comum ver a criação de novas agências focadas no mercado online, umas com resultados fascinantes, com cases de muito sucesso. Os meios impressos, por sua vez, ao contrário do que muitos entusiastas do caos disseram (a internet vai substituir o jornal, e outras baboseiras), estão recheados de anúncios e continuam sendo opções certeiras para a publicidade, não perdendo em nada para as novas mídias. O ano provou que a internet não veio para substituir, mas para complementar as campanhas do mercado publicitário. No Brasil, o jornal é a segunda mídia em investimentos publicitários, com uma fatia de 17,3%, de um bolo avaliado em R$ 19 bilhões, ficando atrás da TV, responsável por 58,3%. Em terceiro lugar estão as revistas (7,2%), seguidas pelo rádio (4,3%) e outras mídias (12,2%).

Obama
O novo presidente dos Estados Unidos não vai entrar para a história mundial apenas por ser negro. Ele é o presidente da convergência de mídias. Nunca se viu um candidato usar tão bem os canais de internet para uma campanha política.

Marcas próprias
Este ano foi marcado pela evidente ascensão das marcas próprias no segmento varejista. Gigantes como Carrefour e Pão de Açúcar investiram e lançaram produtos dos mais diversos mercados (roupa, mesa, banho, etc.) com suas marcas e a resposta só foi positiva: o consumidor confiou e encheu o carrinho. De acordo com a Abras, o faturamento do setor foi de R$ 75 bilhões no 1º semestre do ano, uma alta de 8,66% em relação a mesmo período do ano passado, um recorde histórico para o mercado brasileiro de marcas próprias, o melhor dos últimos 10 anos.

União bancária
A crise global serviu para consolidar o setor bancário brasileiro. No dia 3 de novembro, Itaú e Unibanco anunciaram a fusão que resultaria no maior banco do Brasil, com R$ 575 bilhões em ativos. Já o Banco do Brasil surfou na mesma onda e comprou a Nossa Caixa por R$ 5,386 bilhões. No pé do país, o Banrisul, mesmo sem uma megacompra ou fusão, se firma como um dos maiores bancos estatais da América Latina.

Cevada
O destaque para o mercado cervejeiro vai para a compra da norte-americana Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, por US$ 52 bilhões, pela concorrente belgo-brasileira InBev, dona da Brahma e Antarctica. A nova empresa será a maior do mundo no setor de cervejas e uma das cinco maiores do mundo em todos os setores de produtos de grande consumo. A direção da companhia ficará com o carioca Carlos Brito, atual presidente da InBev.

TI
Bill Gates, depois de 33 anos no comando da Microsoft, deixou este ano a presidência-executiva da empresa para se dedicar à filantropia. Ele sai da companhia justo num ano de importantes movimentações no mercado de tecnologia. Desde janeiro, a Microsoft tentou algum acordo (fusão, compra, parceria) com o Yahoo! e só escutou “não”. Para maior desespero da Microsoft, o Yahoo! ainda foi parar nas mãos do concorrente Google, com um acordo de publicidade firmado em junho. O acordo, porém, enfrentou a oposição do setor publicitário e de investigações do governo norte-americano até a desistência por parte do Google, em novembro. Além disso, para esquentar a briga dos browsers Internet Explorer, da Microsoft, e Firefox, da Mozilla, a companhia Google lançou em setembro o navegador Chrome, argumentando que os concorrentes estão ultrapassados.

Sustentabilidade
Tem palavra que vira moda, mas esta virou febre. Jornalistas, publicitários, empresários, políticos, cientistas, ambientalistas, todos em busca de um planeta/negócio/mercado/governo sustentável. Esta foi a palavra mais badalada do ano, pelo menos até chegar a “crise”.

Ssssspou!
Em 2008, a Serra Gaúcha provou mais uma vez que produz espumantes capazes de enfrentar a concorrência dos europeus. Com nossas safras, a Coluna do Nenê brinda e deseja a todos os queridos leitores boas festas neste fim de ano, e um 2009 repleto de alegrias, de boas campanhas publicitárias, de muita criatividade, de muito talento e determinação, um próximo ano de muito dinheiro, de muita paz e muito amor!

Regras e cortes
Neste ano surgiram muitas regrinhas novas para se anunciar em 2009: Foi o ano de restringir a publicidade de medicamentos, bebidas alcoólicas, cigarros, e propaganda infantil de alimentos (como guloseimas, bolachas, biscoitos, balas, etc). Além disso, o Cenp finalmente mudou o Anexo C, ditando regras mais claras sobre os BVs.

Inovação
O Rio Grande do Sul teve o crescimento de pelo menos cinco pequenas/grandes agências que estão inovando o mercado: Em Novo Hamburgo temos a SPR e a Y, e na capital gaúcha as agências AMA, Duplo M e São Jorge.

Tripé de peso
Este ano consolidou a posição de três agências no Rio Grande do Sul que hoje conquistam o Brasil: Competence, DCS e Escala. Elas dominaram mais de 50% dos investimentos na mídia gaúcha. Em 2009, esperamos que este número seja mais “espraiado”, como já dizia um governador gaudério missioneiro.

Balanço do Parcão
Em 2009, com certeza, a ARP vai sair da Semana da Comunicação para chegar a uma entidade anual. Claro, para que isso aconteça, temos que ter um balanço e uma plataforma para 2009, idéias que devem ainda estar ainda no Parcão, o parque dos bonitos e ricos de Porto Alegre.

Falta a gauchada!
Em 2008, nenhuma agência gaúcha emplacou uma grande conta do Governo Federal. O Brasil inteiro já tem - menos o mercado gaúcho. Torcemos para que em 2009 cheguemos às portas do império de Oscar Niemeyer.

Virais
Vídeos online e conteúdo colaborativo nunca foram tão bem explorados como neste ano. A sensação do YouTube alertou os profissionais de comunicação que logo se mexeram para transformar o site em uma nova mídia publicitária. O problema é que muitas agências descobriram, tarde demais, que transformar vídeos em virais não é uma tarefa fácil.

Crise otimista
Durante todo o final deste ano falamos de crise financeira global, assim como o resto das colunas de opinião e demais veículos da informação, mas com uma grande diferença: Sempre fomos otimistas! Não participamos da “Mídia do Medo”, um apelido “carinhoso” que demos a um grupo específico de pessoas que pregam manchetes sensacionalistas e pessimistas sobre o momento atual. Nós da Coluna mostramos os lados bons e ruins da economia, e fazendo isso, garantimos uma visão clara de que a crise nunca foi motivo de pânico aos empresários do Brasil e do sul do país. É hora de aprender a renovar, administrar o acaso e estufar o peito para os desafios de 2009. Os melhores estão de pé, e não com a cabeça debaixo dos lençóis!

Imposição estrangeira
No final de 2008, a banca dos grandes cassinos estourou: O mundo apresentou, desde setembro, a grande crise dos Estados Unidos e Europa. Agora, as grandes multinacionais, com suas marcas famosas, tentam de todas as maneiras jogar goela abaixo a crise no Brasil, e começam a restringir seus investimentos e seus produtos para que os varejos e os consumidores brasileiros se assustem. As marcas devem crescer mais em 2009 para acabar com este julgo.

Demitir é um erro
Desde o surgimento da crise em setembro, viemos colocando na Coluna que não vale a pena demitir e tomar medidas precipitadas. A mesma luta é compartilhada com o presidente da Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze, que até agora tenta convencer os cinco mil concessionários do País a preservar os 270 mil empregos do setor. O setor automobilístico é um dos mais afetados pela turbulência econômica mundial, mesmo assim, veja o que o sábio Sérgio tem a dizer: “Não podemos passar tanto tempo ganhando dinheiro para depois chegar e, simplesmente, demitir”. O setor passou três anos no Brasil obtendo recorde de vendas, portanto, segundo ele, tem muita gordura para queimar, não fazendo sentido tirar do mercado pessoas treinadas.

Economia 2009
O Brasil será a oitava economia do mundo em 2009, na frente de Índia, Espanha e Canadá, de acordo com a consultoria britânica Centro para Pesquisas Econômicas e de Negócios (CEBR). Atualmente, o País se encontra na décima colocação, porém as projeções para o ano que vem colocam o PIB brasileiro com uma soma de US$ 1,6 trilhão. Os Estados Unidos continua em primeiro, ainda com uma grande vantagem de um PIB em US$ 14,57 trilhões, perante o segundo colocado Japão, com US$ 4,8 trilhões.

(sem)Vergonhas de 2008
Pelo menos quatro grandes casos trataram de envergonhar o País com falcatruas, trambiques, falta de caráter, roubo em massa e desrespeito com a população. A Operação Satiagraha, conduzida pela Polícia Federal e que resultou na prisão de Daniel Dantas, Naji Nahas e Celso Pitta; a investigação da PF que envolve o empresário Eike Batista; o caso do ex-banqueiro Salvatore Cacciola; e a fraude que desviou R$ 44 milhões do Detran do Rio Grande do Sul.

Jornais GES
Em 2008, os cadernos dos jornais do Grupo Editorial Sinos foram os mais bem diagramados e os de melhor conteúdo. Prêmios contemplaram a dedicação dos profissionais do grupo, e deram aos impressos a maior circulação do Brasil fora das capitais brasileiras. O Vale dos Sinos deve se orgulhar desta empresa de comunicação.

Call Centers
O Telemarketing brasileiro mudou drasticamente a partir do dia 31 de julho, quando o presidente Lula assinou um decreto que estabeleceu novas regras para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Entre as exigências: o cliente deve ter a opção de falar com um atendente e cancelar serviços entre as primeiras alternativas do menu eletrônico; o usuário também não precisa mais que digitar dados (número de conta, CPF ou RG) para ser atendido. O regulamento propõe ainda que todo call center ofereça atendimento 24 horas por dia, sete dias por semana e estabeleça um prazo de cinco dias para a resolução dos problemas levados ao SAC.

Portabilidade
Nos primeiros dois meses de vigência, o sistema de portabilidade numérica fez cerca de 80 mil usuários de celulares mudarem de operadora, de acordo com a ABR Telecom, administradora da tecnologia no Brasil. São oito mil pedidos diários, o que intensificou a briga das operadoras, prometendo um próximo ano competitivo e determinante no mercado de telecomunicações!

Celulares
As campanhas publicitárias do setor foram as mais disputadas de 2008. Elas fizeram com que o setor tivesse neste ano 23,8% de novas adesões, segundo a Anatel, o que corresponde a 2.256.779 novas habilitações até novembro. A grande aquisição empresarial do setor ficou por conta da compra da Brasil Telecom pela Oi. A operação, anunciada em abril, movimentará cerca de R$ 13 bilhões, e criará a maior empresa de telecomunicação do Brasil. Entretanto, a Anatel impôs 15 exigências às operadoras, que devem cumpri-las em 18 meses, se quiserem concretizar o negócio. Quanto ao mercado, a Vivo ainda permanece na liderança, com 29,53% de participação, seguida de Claro no segundo lugar (25,42%), TIM (24,53%) e Oi (16,53%).

Prodígios
Foi o ano dos talentos prodígios no mundo das celebridades femininas: uma é campeã de audiência no MySpace, outra é sucesso do YouTube e na televisão aberta. Na música, Mallu Magalhães, uma cantora de folk music, com apenas 15 anos conquistou o País, e principalmente a mídia brasileira, depois de lançar algumas músicas na internet. De outro lado, merecedora do “Oscar de Estrela Mirim” está Maísa, apresentadora de TV que com apenas cinco anos já é protegida dos Abravanel. Enquanto isso no SBT, veteranos como Hebe e Ratinho penam para renovar seus contratos.

MaxiMídia 2008
O evento foi sucesso de público tanto em São Paulo, como também na transmissão via satélite realizada em Porto Alegre, especialmente para o mercado gaúcho. O evento contou com duas máximas este ano. A primeira foi o caloroso debate entre Nizan Guanaes, do Grupo ABC, e Fábio Fernandes, da F/Nazca S&S. Depois de um discurso prepotente e pessimista do Nizan, com relação à crise, o Fábio tratou de discordar e a partir daí o clima só esquentou. A discussão foi tamanha, que poucos dias após a ocasião, Fábio manda uma carta ao mercado chamando o concorrente de “dublê de político populista, novo-rico deslumbrado, comediante de frases de efeito repetidas à exaustão, arremedo de empresário anti-ético e criativo anti-estético”, entre outras “cositas”. Enquanto isso, Nizan passou a falar mal de Fábio em todas as rodinhas de conversa possíveis, e ainda ligou para a empresa de Fábio para xingá-lo. A outra máxima foi a brilhante palestra de Stephan Kanitz, que tratou de dar uma aula de otimismo aos empresários brasileiros e desmistificar a atuação das agências no Brasil. Para ele, empresas de publicitários que não têm espírito ou curso empreendedor não vão durar.

Férias garantidas
A disparada do dólar estimulou o setor de turismo doméstico a crescer 20% neste verão, e vai fazer com que os hotéis brasileiros batam recordes de ocupação. Até o final de 2008, mais de 5 milhões de estrangeiros terão vindo ao Brasil, visitas que devem gerar receitas de US$ 5,7 bilhões, o maior valor da história. Além disso, o Nordeste está “bombando”, com um movimento de 15,8 milhões de pessoas nos aeroportos da região, entre janeiro e outubro de 2008, um volume 3% maior que o mesmo período de 2007, representando um acréscimo de 500 mil passageiros.

Grandes Curtas 2008
• Em 2008, o craque Nazário foi fazer gol onde não devia, e a imprensa não perdoou as “travecuras” do atleta. Fora isso, a marca do boleiro continua rendendo milhões.
• Mulher melancia, melão, moranguinho, maçã, jaca, caqui...
• Um padre foi voar com 1000 balões para bater um recorde, mas acabou batendo um outro, menos honroso...
• “Especiais do Roberto Carlos e da Xuxa já deram o que tinham que dar”. Por mais que todos digam essa frase, todo ano eles estão de volta.
• Os brasileiros presenciaram em 2008 a guerra entre dois programas humorísticos de grande audiência: Pânico, da Rede TV! e CQC, da Band. O humor apelativo e difamador está em alta!
• As previsões de término do jornal passaram para 2017, e até lá muito papel vai rolar e muitas impressoras serão compradas.
• O maior anunciante do Brasil premiou a 6ª rede brasileira, a Rede TV!, pelo aumento de sua audiência, graças ao Pânico e às fofocas. Isto é a decadência da nossa televisão.
• Neste ano a TV Digital, finalmente, ingressou no País, porém gerou críticas de diversos naipes. Enquanto isso, a nova tecnologia ainda é precária, e para poucos!
• A grande nova ecológica no varejo foi o surgimento das ecobags, sacolinhas recicláveis muito mais resistentes e sustentáveis que as de plástico.
• A incompetência ética e editorial da imprensa brasileira nos casos Eloá, Isabella e derivados, mostra que ainda temos muito o que aprender...
• O único policial brasileiro que continuou agradando em 2008 foi o Capitão Nascimento, e olhe lá!

A Coluna do Nenê deseja a todos os seus leitores ótimas comemorações e um 2009 repleto de paz, amor, dinheiro, saúde e felicidade!
 
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Fatos & Fatos
:: Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
:: Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim)
• "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm)
• "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO
• “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse)
• “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
:: Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
:: FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
• \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
• “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
• “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
• “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
• “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
• “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
• “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
• “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
• “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
• “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
• “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
• “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
• “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
• “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus)
• “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus)
• “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
:: Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN
• “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch
• “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital
• “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem
• Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados
• “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo