Opinião
O Tempo no Marketing de Serviços
27/08/2010
Gabriel Levrini
A Autopercepção dos brasileiros
26/08/2010
João José Werzbitzki (JJ)
Cinco dicas para o ‘faz tudo’ cumprir sua agenda
20/08/2010
Ana Carolina Franceschi Simões
 
 
 
Opinião  
:: Amor pelo consumo ou consumo pelo amor? 16/10/2009
Coluna do Nenê


Diz o ditado que até injeção na testa é mais atraente quando é de graça. Pode ser que a picadinha não doa, certo? É como ficar na fila durante seus preciosos 15 minutos do século XXI para ganhar um bloco de notas de brinde. Parece ser um esforço que vale a pena, mas, na real, você nunca precisou daquele produto. Essa é a maior prova que vivemos numa economia emocional, didaticamente tratada como “economia comportamental” por Dan Ariely no livro Previsivelmente Irracional.

Essa teoria critica a economia tradicional - baseada num ser humano capaz de medir, relativizar ofertas e tomar racionalmente suas decisões de compra. É lógico que a relatividade, a comparação, é importante num dado momento que o consumidor quer saber suas reais vantagens em cima de cada produto. É por esse motivo que as consultas de preço na internet e o mercado online crescem tanto. Antes de comprar em loja física, 15% dos brasileiros com mais de 16 anos consultam a web, 60% acessam o site da loja e 58% consideram a opinião na internet antes da compra, de acordo com a pesquisa F/Radar, da F/Nazca. É cômodo comparar preços de casa, sem precisar visitar “trocentas” lojas entupidas de gente. Contudo, nem sempre o critério é preço.

Um produto mais caro que o outro pode ser objeto de cobiça, mesmo sendo feito com a mesma matéria prima e os mesmos procedimentos industriais da concorrência. O consumo está baseado na emoção, e não na praticidade. Prático todo produto é, um peso para papel tem sua utilidade. Hoje, o diferencial é conquistar o coração do consumidor, o que explica o boom do segmento promocional. O mercado de marketing promocional cresceu mais do que a própria publicidade no ano passado em faturamento, segundo a Ampro (Associação Brasileira de Marketing Promocional) – R$ 27 bilhões contra pouco mais de R$ 23 bilhões.

O número zero tem um poder de sedução incrível, é o que também diz Chris Anderson no seu novo livro FREE. Para criar sua teoria, Ariely fez teste com seus alunos mais brilhantes. Eles tiveram a tarefa de responder questões sobre sexo em dois momentos diferentes (mas, sozinhos com seus notebooks): em estado normal (frio) e excitados. Na “empolgação”, o desejo de praticar uma série de atividades extravagantes era quase duas vezes maior quando estavam com “cabeça fria”. O mesmo aconteceu quanto ao uso de camisinha e outras formas de prevenção.

Caneta na mão é vendaval

A moralidade parece ter a ver com o “estado de espírito” das pessoas, ou mesmo depender de “modelos de pensamento ético”. A mesma pessoa que devolve uma carteira perdida pode roubar uma caneta do escritório, com a justificativa que esse segundo ato é menor que o “modelo ético” estabelecido na sociedade. As pessoas podem ignorar a palavra “roubo”, que é bem clara e não mede intensidades, quando lidam com objetos menores, aparentemente sem valor. O mesmo não acontece com o “dinheiro vivo”, quando as pessoas parecem que assinam um código de honra ao ver as cifras, sensibilizadas com o valor estampado na cédula. A pergunta que fica: O que será dos humanos se o dinheiro em espécie acabar realmente, visto que só ele parece nos trazer à razão?
 
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Fatos & Fatos
:: Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
:: Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim)
• "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm)
• "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO
• “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse)
• “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
:: Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
:: FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
• \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
• “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
• “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
• “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
• “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
• “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
• “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
• “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
• “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
• “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
• “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
• “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
• “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
• “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus)
• “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus)
• “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
:: Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN
• “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch
• “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital
• “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem
• Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados
• “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo