|
|
|
Opinião
::
Cultura do Slow Down 07/08/2009
Alguns pensamentos que podem mudar sua vida profissional, ou simplesmente, pensar no quanto ela poderia melhorar...
* Na Suécia, qualquer projeto demora dois anos para se concretizar, mesmo que a ideia seja brilhante e simples, pois é uma regra. Reuniões, debates e ponderações são levadas a sério até o momento de concretizar o projeto. Nos demais países do mundo, o mesmo prazo não surtiria efeito pela ansiedade generalizada na busca por resultados imediatos.
* Embora não pareça, os suecos não gostam de perder tempo. Mais que isso, são solidários e, culturalmente, maduros o suficiente para valorizar os horários e metas. Um exemplo: Os funcionários que chegam cedo em algumas empresas chegam a estacionar seus carros longe da porta de entrada para que os atrasados possam perder menos tempo estacionando e caminhando até à empresa.
* Há um grande movimento na Europa, com sede na Itália, chamado “Slow Food”, cujo símbolo é um caracol. A ideia é fazer com que os clientes bebam e comam com calma, com tempo de sobra para saborear os alimentos e ter momentos agradáveis com a família e os amigos, totalmente o contrário do conceito de “fast food”. Veja: www.slowfood.com.
* O movimento “Slow Food” está servindo de base para um outro muito mais amplo chamado “Slow Europe”. A ideia é questionar a pressa e a loucura gerada pela globalização. É questionar o desejo de “ter em quantidade” (nível de vida) ao contrário do “ter em qualidade”, “qualidade de vida” ou “qualidade do ser”.
* De acordo com a revista Business Week, os trabalhadores franceses, ainda que trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que os seus colegas americanos e ingleses. Já os alemães, que em muitas empresas já implantaram a semana de 28,8 horas de trabalho, viram a sua produtividade crescer em 20%.
* A denominada “Slow attitude” está chamando atenção dos próprios americanos, escravos do “fast” (rápido) e do “do it now!” (Faça já!). * É importante salientar que esta “atitude sem pressa” não significar fazer menos, nem ter menor produtividade. Significa trabalhar e fazer as coisas com “mais qualidade” e “mais produtividade”, com maior perfeição, com atenção aos detalhes e com menos stress. Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do “aqui” presente e concreto, ao contrário do “mundial” indefinido e anônimo.
* Esta atitude prioriza um ambiente de trabalho com menos pressão, mais alegre, mais leve e, portanto, mais produtivo, no objetivo de explorar melhor os talentos da equipe de profissionais de cada empresa.
* Será que não podemos aplicar alguns conceitos deste âmbito no Brasil?
* A Suécia é do tamanho do estado de São Paulo, com apenas dois milhões de habitantes. Mesmo assim, o País possui empresas de peso mundial como Volvo, Skandia, Ericsson, Electrolux, Nokia, Nobel Biocarem, entre outras...
* Todos temos 24 horas por dia. A diferença está na maneira que cada um usa seu tempo...
|
 |
| |
Gostaria
de Receber Novidades por E-mail, cadastre-se: |
|
| |
 Assine nosso Feed RSS :: Todos
os direitos reservados © 2009 |
| | |
| Fatos & Fatos |
|
::
Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
::
Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim) • "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm) • "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO • “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse) • “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
::
Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
::
FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa) • \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico) • “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio) • “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo) • “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio) • “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro) • “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo) • “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito) • “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80) • “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72) • “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo) • “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos) • “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção) • “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal) • “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano) • “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians) • “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus) • “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus) • “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
::
Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN • “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch • “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital • “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem • Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados • “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo
|
 |
|