Opinião
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27/08/2010
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26/08/2010
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Cinco dicas para o ‘faz tudo’ cumprir sua agenda
20/08/2010
Ana Carolina Franceschi Simões
 
 
 
Opinião  
:: Jornalismo em pauta 10/07/2009
Gay Talese e profissionais do Grupo Sinos


Gay Talese, jornalista em entrevista coletiva na Festa Literária Internacional de Paraty

“O jornalismo é, essencialmente, bater na porta. Você está vendendo alguma coisa? Está, está vendendo a si mesmo.”

“Não é possível usar o Google para construir a sua vida. É preciso, antes de mais nada, estar presente”, avaliando que mais importante que usar ferramentas de busca na internet, é o fato do jornalista estar presente.

Tititi
Talese afirma que a culpa pelas fofocas na mídia é do ingresso das mulheres na profissão: “No tempo de John Kennedy, todo mundo sabia dos casos dele, mas ninguém publicava nada das histórias que hoje seriam manchetes. Há duas razões, a primeira é que, no tempo dele, havia pouquíssimas mulheres jornalistas e elas só cobriam moda e sociedade. A segunda é que tampouco havia mulheres advogadas e hoje elas são mais da metade dos formandos em Direito nos EUA.”

Batendo o martelo
Gay Talese afirma que as mulheres teriam criado todo um “vocabulário sexual”, que o jornalista até hoje não sabe o que significa. “O que é ‘abuso’, por exemplo? Será que, no colégio católico em que estudei, as freiras abusavam de mim quando me davam choques? Disseram que o Michael Jackson ‘abusou’ de um menino. O que significa ‘abusar’ aqui? Por que não dizem simplesmente que ‘o Michael Jackson introduziu seu pênis na orelha de um menino’? Aí, sim, eu saberei que o menino foi mesmo abusado”, critica o polêmico Gay Talese.

Guilherme Augusto Schmidt, editor do jornal VS
O jornalista fala sobre o desafio de emplacar um jornal impresso, rodeado de novas mídias: “Estudo diz que o pessoal entre 18 e 34 anos começa o dia acessando e-mails, daí eles vão para o celular e depois para a Internet. O nosso desafio - do Grupo Editorial Sinos - é fazer com que o usuário sempre busque nossas plataformas na primeira hora no dia, em meio às centenas de opções. Ou seja: temos que oferecer o que todos oferecem com algum diferencial, no nosso caso, a informação regional. Parece óbvio, mas sempre é importante lembrar da nossa principal característica e força: a regionalidade, o estar perto das pessoas que são da nossa região. E vamos ter que fazer isso buscando maneiras, no início, que visem mais a penetração no público, o ganhar o usuário, sem grandes lucros. O grande lucro inicial será a conquista de um público cativo e sedento por nossas informações.”

Nelson Ferrão, Diretor do Grupo Sinos
O diretor do Grupo Sinos complementa o texto de Guilherme: “A tecnologia a gente consegue pagando cada vez menos por ela. Já o essencial, o nosso público, aquilo que não tem preço, precisamos manter reforçando nosso principal predicado: a regionalidade. Ninguém, jamais, poderá saber e falar mais e melhor da nossa região do que nós. Este é o desafio do passado, do presente e do futuro. Não interessa por qual veículo vamos chegar ao nosso público. O importante é seguir chegando, como sempre chegamos nestes 50 anos.”
 
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Fatos & Fatos
:: Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
:: Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim)
• "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm)
• "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO
• “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse)
• “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
:: Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
:: FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
• \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
• “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
• “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
• “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
• “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
• “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
• “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
• “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
• “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
• “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
• “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
• “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
• “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
• “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus)
• “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus)
• “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
:: Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN
• “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch
• “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital
• “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem
• Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados
• “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo