Opinião
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Opinião  
:: Na trilha do novo mundo 29/05/2009
Alexandre B. Skowronsky

O mundo mudou e é preciso acompanhar esta evolução passo a passo, com respostas que atendam aos anseios dos consumidores, a partir de novos formatos de agências, de processos mercadológicos e de interação entre as disciplinas, que levam ao posicionamento de marcas fortes e melhores resultados.

17ª Festival Mundial de Publicidade de Gramado
Um palco para debater as transformações do mercado


Há poucos dias para o inicio do evento, posso confessar que este período de preparação do Festival foi um momento de grande aprendizado. Primeiro pelo desafio de presidir o terceiro maior evento do mundo, em número de participantes, e maior da América Latina, e ter a responsabilidade histórica de realizar uma edição relevante, depois de tanta gente competente e importante ter participado e atuado nestes 34 anos. Segundo, que estou muito honrado com o apoio do mercado e capacidade de cooperação da classe Publicitária. Na condição de presidente, tive a grata satisfação de falar com os principais e mais importantes profissionais do mundo da comunicação, aqui (no Brasil) e no exterior. É incrível o nível de interesse e apoio que recebi durante este processo, sem falar da parceria com os veículos e empresas. Realmente, este é mais um momento, em que a indústria mostra a sua força e capacidade de união.

A confluência de mudanças exige uma nova postura desta grande plataforma de geração de conteúdo e reconhecimento do trabalho criativo. O avanço tecnológico trouxe em seu rastro mudanças comportamentais importantes que afetam nosso jeito de viver e pensar. A Internet mudou tudo, a revolução digital criou um novo jeito de tratar à informação, o cotidiano de toda a sociedade, as formas como os consumidores se relacionam. Como dialogar hoje com um consumidor exigente, num quadro de mudanças que envolve comportamento de audiência, guerra acirrada entre mídias, onde processos até então utilizados para pesquisa e alcance de público se mostram ineficientes e muitas vezes onerosos?

São muitas as novas formas e ferramentas de comunicação, inimagináveis até alguns anos atrás. As agências tiveram que adaptar seus modelos, com a ampliação das áreas de especialidades e atuação que passam por estratégia e inovação, inteligência competitiva, criação de conteúdo, inovação digital (display mídia, marketing de busca, redes sociais, MSN, Twitter, blogs, pod casting, advergames, outernet), interatividade, desenvolvimento de demanda, marketing sócio-ambiental, programas de lealdade, design, pesquisas de gerenciamento de consumo e por aí afora.

São reestruturações importantes, adequadas ao novo mundo, que redefinem o futuro do mercado da comunicação. É esta nova realidade que precisa ser debatida, analisada e questionada na sua essência na busca de resultados que atendam aos anseios e expectativas de um mercado em constante transformação. Considero o Festival Mundial de Publicidade de Gramado o palco ideal para este tipo de questionamento, na medida em que reúne grandes nomes do setor, profissionais e novos talentos, num efervescente ambiente de preocupações sobre onde e como chegar para atender aos anunciantes e seus públicos com resultados, com soluções que crie valor de marca, num pacote de esforços diferenciados e relevantes no momento atual em que a regra é fazer mais com menos.

A 17ª edição do Festival Mundial de Publicidade de Gramado cumpre este papel de debater os rumos do setor frente às profundas mudanças em que vivemos. Com o tema - “Inovação e Vanguarda Criativa”, estamos trazendo grandes nomes do mundo da comunicação como: Neal Davies da agencia Naked de New York, Walter Longo do Grupo Newcomm, Christian Lurzer da ARCHIVE, Washington Olivetto da W/Brasil, Flavio Casarotti da Fisher America, Show surpresa da MTV, Samuel Benavente da agência SB&Partner do Chile, Barbara Oceanlight – campanha presidente OBAMA, Moacyr Netto – agência DM9DDB, Paulo Secches – instituto de pesquisa Oficina Sophia, Rony Rodrigues da Box 1824 entre outros, em onze diferentes painéis com conteúdo envolvente e muito atrativo.

Na linha da Inovação e Vanguarda a edição, mudou a dinâmica do Festival, alterando os critérios de julgamento, o processo de julgamento das peças e campanhas para modo presencial e a contratando a PriceWaterhouse como auditores independentes. Foi um sucesso! Tivemos, pela primeira vez na história do Festival, recorde de inscrição no meio rádio. Nunca em edições anteriores contabilizaram-se tantas peças.

Projetamos para o Festival a idéia de valorizar o evento e sua contribuição para a comunicação nestes 34 anos, com a edição de um livro com 134 páginas coloridas, com a homenagem aos ex-presidentes e a criação do Bosque do Festival com o plantio de árvores.

O Mundial de Gramado ganhou neste ano maior visibilidade e força, inclusive maior representatividade internacional, com a grande campanha de divulgação trabalhada em três idiomas (português, inglês e espanhol). Foi a primeira vez que o Mundial divulga o Festival na Archive, titulo que circula o mundo inteiro. Além claro, de grande divulgação nas principais emissoras de TV, rádio, jornal e revista do pais e América Latina.

Por tudo isso, estamos dando novo contorno ao Mundial para que continue a brilhar, preservando e mantendo sua relevância, atendendo aos anseios do mercado. Tenho certeza de estar legando ao mercado uma edição histórica, que amplia, redimensiona e projeta a imagem do Festival aqui e além das fronteiras.

Por isso mesmo, posso dizer que a 17ª edição ficará completa com a adesão em massa dos profissionais do mercado e estudantes de comunicação. Espero vocês em Gramado dias 3, 4 e 5 de junho de 2009. Agende-se!


Alexandre B. Skowronsky é Presidente do 17º Festival Mundial de Publicidade de Gramado
 
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Fatos & Fatos
:: Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
:: Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim)
• "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm)
• "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO
• “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse)
• “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
:: Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
:: FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
• \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
• “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
• “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
• “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
• “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
• “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
• “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
• “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
• “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
• “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
• “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
• “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
• “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
• “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus)
• “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus)
• “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
:: Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN
• “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch
• “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital
• “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem
• Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados
• “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo