Opinião
O Tempo no Marketing de Serviços
27/08/2010
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26/08/2010
João José Werzbitzki (JJ)
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20/08/2010
Ana Carolina Franceschi Simões
 
 
 
Opinião  
:: Sim, a propaganda tradicional vai morrer 25/07/2008
Miguel Genovese

A Internet está mudando o tamanho dos anunciantes. Nunca na história da propaganda uma estratégia de comunicacão de massa conseguiu tamanho sucesso sem o uso da TV. Jamais se pensou em fazer uma campanha sem anúncios em revista. É, o mundo mudou. As pessoas mudaram. Ninguém mais engole propaganda goela abaixo. Não adianta mais fazer um filme fantástico. Não tem ninguém lá do outro lado da tela. Ou melhor: não tem mais aquela família toda sentada por horas com a bunda no sofá.

Você nem precisa gastar milhares de reais em pesquisa pra descobrir isso. Pare de ler este texto agora! Pergunte pra três pessoas a sua volta quanto tempo elas ficam vendo TV por dia. Agora, pergunte quantas horas elas acessam a Internet em um mesmo dia. Pronto, pode voltar ao texto, porque esse sempre existirá.
Ok, você tem razão. A Internet está na frente, mas o que isso tem a ver com a minha estratégia de marketing? Tudo. Tem a ver com os resultados que sua campanha vai dar, com as vendas dos seus produtos, com o relacionamento com os consumidores durante a venda, depois da venda. Tem a ver com seus próximos lançamentos. Tem a ver com a imagem que as pessoas têm da sua marca. Tem a ver com confiança, carinho, respeito e admiração que a sua empresa adquire ao longo dos anos. Tem a ver com o seu emprego, com o seu salário, com o seu crescimento na empresa.


A Internet está dando uma aula de estratégia para aquelas mídias consagradas que continuam apostando num tiro de canhão pra acertar mosquitos. Ao invés de pulverizar todos os pontos de contato desses mosquitos na natureza. Sim, a propaganda tradicional vai morrer. Vai morrer para aquelas marcas que não têm poder de fogo para falar com a massa. Que não têm verbas astronômicas para fazer um filme fantástico, veicular em horário nobre durante muitos dias. É agora que vem a grande mudança no mundo da propaganda. Pequenos anunciantes estão virando anunciantes médios. E estes estão virando grandes anunciantes. As verbas que antes eram insuficientes para fazer mídia estão encontrando um cenário completamente diferente no mundo digital. Claro, as grandes mídias de massa como jornal e TV vão continuar existindo e dando resultados, porém, agora as agências têm um leque gigante de novas opções para aplicar estrategicamente suas verbas de publicidade.


Agora, uma marca pode estar presente na vida das pessoas quase que o dia inteiro e de uma maneira nem um pouco intrusiva. De um jeito que nunca nós pensaríamos que fosse: ele mesmo escolhendo o que quer ver, na hora que bem entender e quantas vezes quiser. Olhe pra sua verba com o ponto de vista digital. Você vai perceber que ela é bem maior do que você imagina.

Miguel Genovese – Diretor de Criação da Garage (www.garageim.com.br), agência especializada em marketing interativo.
 
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Fatos & Fatos
:: Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
:: Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim)
• "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm)
• "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO
• “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse)
• “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
:: Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
:: FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
• \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
• “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
• “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
• “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
• “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
• “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
• “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
• “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
• “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
• “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
• “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
• “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
• “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
• “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus)
• “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus)
• “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
:: Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN
• “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch
• “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital
• “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem
• Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados
• “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo