Opinião
O Tempo no Marketing de Serviços
27/08/2010
Gabriel Levrini
A Autopercepção dos brasileiros
26/08/2010
João José Werzbitzki (JJ)
Cinco dicas para o ‘faz tudo’ cumprir sua agenda
20/08/2010
Ana Carolina Franceschi Simões
 
 
 
Opinião  
:: Milagre dos Andes em POA 18/07/2008
Nenê & Círio

É fácil ser hipnotizado pelos relatos do homem que hoje não exerce mais sua função de atleta, mas continua ultrapassando obstáculos, sendo um líder nato, e um grande empresário de comunicação. O objetivo dele continua sendo o mesmo, viver e vencer.

“Mudanças acontecem para todos. Mudanças para melhor, só para quem realmente se dedica”. Com esse conceito a BQ Benefícios (ex-Banquet) trouxe a Porto Alegre uma das mais aplaudidas palestras do ano para comemorar seus 15 anos de atuação no segmento de produtos e serviços na área de convênios para RH. O palestrante é um dos mais requisitados do mundo e se chama Nando Parrado, o líder dos sobreviventes de um dos acidentes mais comentados da história. Ele estava no vôo do Fairchild F-227 que caiu nas montanhas geladas dos Andes em uma sexta-feira 13 do mês de outubro de 1972. O avião ia de Santiago para Montevidéu, e levava uma equipe inteira de jogadores do time Old Christians Rugby Club, além de seus amigos e familiares. Parrado era um dos atletas que sobreviveria a tragédia.

Parrado lembra que tinham sobrado 9 lugares no avião que poderiam ser preenchido por familiares do time. Ele, então, convidou mãe e irmã para embarcarem no vôo, sendo que ele estava na poltrona 9 e elas nas de números inferiores. Curiosamente, ele explica que todos que ocupavam os lugares 10 para cima não sobreviveram à tragédia, ou seja, ele esteve a um número da morte. Outra numeração cabalística é o ano do acontecido, em 72, que também é o número de dias em que eles ficaram confinados nas montanhas, sobrevivendo de gelo e carne humana. Para vencer a sede e a fome, os sobreviventes tiveram que beber água das geleiras e se alimentar com a carne dos mortos no acidente. Uma situação de limites humanos e éticos. Depois de ouvirem no rádio, improvisado com restos do avião, eles puderam ouvir o anúncio do fim das buscas, e tiveram que lidar com a decepção.

Dias depois, uma avalanche trataria de debilitar ainda mais a equipe que sobrevivera à queda do avião. Mais mortos, e mais ferimentos, tanto no corpo quanto na alma. Ao ver colegas e familiares morrerem, Parrado, coberto de neve pela avalanche, teve que extrair forças sobre humanas, para respirar, cavar e sair do soterramento. Ele relata que teve 30 segundos para tomar uma decisão: escolher entre a vida e a morte. Hoje, no mundo corporativo, ele acredita que as decisões tomadas em meio minuto podem salvar uma empresa de uma crise, ou mesmo atingir o sucesso.

Um dos fatores que mais fizeram Parrado sobreviver ao acidente foi deixar os sentimentos de lado ao ver sua mãe morta e sua irmã gravemente ferida, que morreria dias depois em seus braços. Teve que lidar com as perdas, sem culpas, e valorizar sua vida diante da situação para voltar para abraçar o pai, que não tinha embarcado no avião. A determinação de Parrado fez com que ele se tornasse um líder entre os sobreviventes, organizando equipes e tarefas, além de traçar metas no objetivo de sair daquele lugar rodeado de dor. Ele teve que usar o planejamento, a diversidade de conhecimentos e talentos dos membros do grupo, trabalhar em equipe, e manter a união e o respeito entre os colegas. Uma das habilidades que o ajudou na sua busca pela vida foi os seus conhecimentos de matemática, que o fizeram ter noção de que eles caíram a cerca de 160 km do Chile, e não no país como todos pensavam. Ao perceber isso, Parrado e dois companheiros organizam uma caminhada sofrida, tentando encontrar algum chileno.

Os dias passam rasgados, como espinhos na garganta, e os sobreviventes já se encontram com lábios cortados pelo frio e o desgaste é quase insuportável. Após 72 dias e noites, o grupo cansado, que só carregava as roupas castigadas do corpo, e os pés quase sem calçados, chega a um desfiladeiro e avista uns homens a cavalo do outro lado do vale em que estavam. Eles os vêem e gritam algo como “amanhã”. Só restava esperar. Pouco tempo depois, há 35 metros aparece um camponês que não consegue se comunicar com a voz devido ao rio que os separava e anulava o som entre eles. A solução foi trocarem recados por bilhetes amarrados a uma pedra. A busca tinha chegado ao seu final.

Nando Parrado, assim como seus companheiros, agiu com inteligência, vontade de vencer e muita resistência física, uma vantagem que os sobreviventes tinham por serem atletas de um esporte que exige muito do corpo. Nando Parrado é um vencedor, e hoje possui muitas companhias na área da comunicação, e as lidera com base nos ensinamentos que a vida lhe reservou. Ele é a prova de que o homem pode enfrentar qualquer desafio, mesmo em situações que lhe remetam ao insucesso absoluto.
 
Gostaria de Receber Novidades por E-mail, cadastre-se:
nome: e-mail
 
Assine nosso Feed RSS :: Todos os direitos reservados © 2009
 
Fatos & Fatos
:: Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
:: Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim)
• "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm)
• "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO
• “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse)
• “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
:: Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
:: FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
• \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
• “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
• “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
• “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
• “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
• “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
• “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
• “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
• “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
• “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
• “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
• “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
• “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
• “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus)
• “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus)
• “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
:: Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN
• “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch
• “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital
• “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem
• Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados
• “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo