Opinião
O Tempo no Marketing de Serviços
27/08/2010
Gabriel Levrini
A Autopercepção dos brasileiros
26/08/2010
João José Werzbitzki (JJ)
Cinco dicas para o ‘faz tudo’ cumprir sua agenda
20/08/2010
Ana Carolina Franceschi Simões
 
 
 
Opinião  
:: Pare de ser tão normal 13/06/2008
Arthur Bender

       Você pode não acreditar, mas a normalidade não levará você a lugar algum. Num mundo cada vez mais dominado pela igualdade e pela medianidade, o valor está em não seguir o rebanho. O valor está em não seguir as regras. Em não se conformar com o estabelecido. Em contrariar a normalidade.
       Pode parecer estranho dependendo da ótica que você olhar. Mas reflita bem e me diga se alguém construiu alguma coisa valiosa nesse planeta conformando-se com a normalidade. Volte uns séculos e constate isso. Pense nas artes. Pense na música. Pense nos negócios. Não se limite às invenções, mas pense comigo nas grandes transformações, nas grandes idéias, nas mudanças significativas, nos projetos brilhantes.
       Se você refletir sobre cada uma dessas coisas você vai constatar que um não conformista foi lá, rasgou as regras e fez diferente.
       Na verdade, sou radical nisso: penso que a normalidade empobrece e não constrói nada. Porque a normalidade aparentemente te acalma, te deixa mais seguro, mas na verdade ela te equaliza, te suga energia, te puxa para baixo, te deixa igual. Ou seja, sem nenhum valor profissional.
       Relembre quando você entrou pela primeira vez na empresa (se você for contratado) e pense sobre todas aquelas coisas que você constatou e de quanta vontade você teve de fazer alguma coisa de forma diferente, de quebrar algumas regras e construir algo diferente. E constate que hoje, você talvez não veja nem sinta mais nada disso.
       Lembre de quando você montou esse negócio (se for o empreendedor) com aquela enorme vontade e uma clareza absoluta - que talvez, você não tenha mais. Lembra de quando você se filiou àquela entidade e os projetos que lhe passavam pela cabeça que, talvez não passem mais.
       Sabe por quê? Porque você foi equalizado para a normalidade do ambiente ou do setor. Você começou a vibrar na mesma onda que a maioria. Você seguiu as regras da casa e virou móveis e utensílios. E, talvez você não faça mais a menor diferença na empresa nem no mercado. Sabe por quê? Porque você foi contratado justamente pela diferença que fazia. Você foi contratado justamente para desequilibrar a normalidade da empresa trazendo coisas novas, novos ângulos de visão, novas idéias. E se você se equalizou e passou a vibrar como a maioria não desequilibra mais nada, não confronta mais nada e não serve mais. Se não aconteceu ainda, fique atento porque pode acontecer. Forte isso? Não sei.
       Mas se pensar em negócios e inovação pense em Richard Branson, da Virgin e veja o que ele fez com a venda de música na época. Pense no que havia no mercado e o que ele fez com a aviação e com as ferrovias na Europa. Pense em Steve Jobs da Apple e veja o que ele fez com o mercado e o impacto na sua vida.
        Pense em Ray Krock do Mc Donalds e dimensione o antes e depois de uma idéia diferente no ramo da alimentação. Pense em Anita Rodick da Body Shop e o que ela derrubou de regras no mundo da cosmética e a invenção do ativismo empresarial.
        Agora pense no seu negócio. Olhe para o lado. Olhe ao redor no escritório. Pense sobre o seu setor. Pense sobre seus produtos e serviços. Pense sobre a sua entidade. Pense sobre sua marca pessoal e sobre sua carreira. Você está enxergando alguma coisa diferente? Você está fazendo alguma diferença? Você faz diferença?
        A normalidade só vai te levar a enxergar aquilo que todo mundo enxerga e fazer aquilo que todo mundo faz. Vai te levar para as mesmas idéias e soluções que todo mundo encontra. A normalidade vai te levar para o meio da manada. Para a invisibilidade. Ser normal além de não produzir nada de interessante, vai deixar as tuas tardes de inverno mais pesadas, a pauta mais longa, a agenda tediosa, as segundas-feiras um saco, as conversas menos agradáveis, o mercado e os dias muito mais chatos. 
       Meu conselho: assuma alguns riscos e pare de ser tão normal. O prêmio pode ser fazer algo prazeroso e quem sabe até, memorável. Mas acredite, nada genial foi feito seguindo as regras do mercado.

Arthur Bender – Presidente da Key Jump – Inteligência, Estratégia e Branding.
 
Gostaria de Receber Novidades por E-mail, cadastre-se:
nome: e-mail
 
Assine nosso Feed RSS :: Todos os direitos reservados © 2009
 
Fatos & Fatos
:: Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
:: Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim)
• "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm)
• "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO
• “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse)
• “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
:: Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
:: FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
• \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
• “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
• “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
• “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
• “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
• “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
• “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
• “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
• “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
• “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
• “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
• “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
• “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
• “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus)
• “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus)
• “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
:: Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN
• “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch
• “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital
• “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem
• Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados
• “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo