Opinião
O Tempo no Marketing de Serviços
27/08/2010
Gabriel Levrini
A Autopercepção dos brasileiros
26/08/2010
João José Werzbitzki (JJ)
Cinco dicas para o ‘faz tudo’ cumprir sua agenda
20/08/2010
Ana Carolina Franceschi Simões
 
 
 
Opinião  
:: O poder das marcas sobre os produtos 23/05/2008
Paulo Gregoraci

       Nos últimos anos tem faltado na comunicação a grande idéia. As razões dessa falta provavelmente se devem ao crescimento das tecnologias modernas, que fizeram com que as agências e o pessoal da criação utilizassem mais a forma que o conteúdo. Nos últimos três anos, embora as campanhas tenham apresentado qualidade de comunicação e propaganda, não havia uma grande idéia, pois hoje ela está mascarada na tecnologia. Proponho que o pessoal da criação se aprofunde e conheça mais o produto, o cliente e o consumidor. Quanto mais atento se estiver, maior a possibilidade de surgir uma grande idéia. Às vezes ela é muito simples. Campanhas de qualidade histórica com idéias fortes e duradouras foram muito tempo a marca do Brasil.
       Dado o recado, vamos às marcas. Todas as marcas são produtos, mas nem todos os produtos são marcas. Um produto é algo feito numa fábrica, uma marca é algo comprado pelo consumidor. Um produto pode ser copiado pelo concorrente, uma marca é única, Um produto pode se tornar ultrapassado rapidamente, uma marca de sucesso é eterna. O que faz um produto se tornar uma marca? É uma combinação de benefícios tangíveis e intangíveis que tem de atrair o consumidor. Em primeiro lugar, uma marca deve satisfazer às necessidades, à vontade e aos desejos do consumidor. E dois elementos estabelecem esse desejo no consumidor: a funcionalidade e os valores agregados.
       A funcionalidade se refere à diferença demonstrável do desempenho da marca em comparação com seus concorrentes. Pode ser um gosto melhor, um branco mais branco, um método mais rápido de cozimento ou a retirada da cafeína de certos refrigerantes. Esse ponto funcional de diferença entre as marcas deve ser identificável pelo consumidor e também seu objetivo de desejo. A funcionalidade, então, se torna a diferença tangível que não é somente inerente ao produto, mas também obvia ao consumidor.
       Os valores agregados formulam os benefícios intangíveis ou discriminatórios que motivam o consumidor a comprar uma marca em vez de outra. Eles estão acima dos benefícios funcionais do produto, mas nunca devem ser considerados um substituto para a funcionalidade. Os benefícios não funcionais estão além da confiabilidade, gosto, nutrição, cheiro ou segurança. Os valores agregados são a razão pela qual as marcas de sucesso são preferidas em testes de produtos com nomes, com uma margem bem maior do que o blind test de produtos, que implica em apenas concentrar os testes na funcionalidade e não no nome do produto.
       Os valores agregados são construídos ao longo do tempo. Eles são desenvolvidos mediante a satisfação do consumidor com a marca e reforçados por meio da publicidade da marca. O poder das marcas e o custo de consolidá-las e mantê-las são indicativos do valor das próprias marcas.

       Uma grande idéia é conferir o próximo Break Publicitário que terá palestra de Paulo Gregonaci. O evento acontece na terça-feira, dia 27, na Feevale. Ele vai discutir o tema “A Grande Idéia Sempre”. Inscrições: (51) 3594.0145.

Paulo Afonso Gregoraci, 53 anos, 36 deles no mercado da propaganda. Foi presidente e diretor-executivo do Grupo de Mídia São Paulo, diretor do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar), Conselho Executivo das Normas Padrão (Cenp), Associação dos Profissionais de Propaganda (APP) e do Instituto Verificador de Circulação (IVC).
 
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Fatos & Fatos
:: Happy Hour em casa 03/09/2010
Os que se beneficiaram com a crise foram os fabricantes de bebidas alcoólicas e as redes de supermercados. Segundo pesquisa do instituto americano Gallup, 67% dos norte americanos estão bebendo regularmente. O país não registrava esse índice desde 1985. Contudo, o estudo mostra que o consumo é feito, em sua maior, em casa. Os bares e restaurantes não sentem aumento nas vendas, pelo contrário, as vendas caíram 4,6% em 2009, ante um aumento de 1,2% em lojas de bebidas e supermercados. Em média, a população norte americana está tomando dez doses por mês no conforto do lar, ante apenas 5,7 em bares. Eles estão optando por bebidas mais baratas, o que explica a preferência pelo happy hour caseiro.
:: Frases do evento #midiashow 03/09/2010
• "Sempre escutamos falar nos consumidores. Ninguém acorda de manhã sendo um consumidor, mas uma pessoa." Michael Conrad (Fundador da Escola de Liderança Criativa de Berlim)
• "A web foi criada por engenheiros, não foi feita por homens da comunicação, por isso há uma desconexão entre tecnologia e conteúdo. Para se comunicar é preciso ter mais diálogo. Estamos voltando ao diálogo depois de 50 anos de monólogo." Walter Longo (Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm)
• "O único line que eu conheço e acredito é o que dá resultados. Se é online ou offline, isso não importa. A única linha que importa é entre o que é bom e o que é ruim." Marcello Serpa (sócio e diretor-geral de Criação da AlmapBBDO
• “Existem mais pessoas no Brasil com celular do que pessoas que escovam os dentes.” Leo Xavier (Diretor e sócio da Pontomobi Móbile Powerhouse)
• “Nas mídias de rede, a audiência também é um veículo.” Abel Reis (Presidente da Agência Click Isobar)
:: Mito 27/08/2010
“A Era de Ouro do jornalismo investigativo nunca existiu”. Essa frase poderia passar batida, se não tivesse sido dita por ninguém menos que Carl Bernstein, o jornalista que, junto com Bob Woodward, desvendou o caso Watergate na década de 1970. Ele disse que não está muito preocupado com o futuro desse tipo de jornalismo porque considera que os grandes jornais estão fazendo um bom trabalho. Ele se preocupa mesmo é com os leitores que não estão dando valor ao jornalismo sério.
:: FRASES DITAS POR JOGADORES DE FUTEBOL 27/08/2010
• “Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.\' (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
• \'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.” (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
• “Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.” (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
• “Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.” (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
• “O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.” (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
• “A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.” (Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
• “Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
• “A bola ia indo, indo, indo... e iu!” (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
• “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
• “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
• “No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
• “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
• “O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
• “Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)
• “Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.” (Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)
• “O difícil, como vocês sabem, não é fácil.” (Vicente Matheus)
• “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.” (Vicente Matheus)
• “O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.” (Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)
:: Sábias palavras 27/08/2010
• “O Brasil incluiu 50 milhões de pessoas no mercado de consumo. É uma Espanha.” Benjamin Steinbruch, presidente da FIESP e da CSN
• “A China já comprou a África e agora quero Brasil É preciso ter cuidado. Se deixar, eles compram.” Benjamin Steinbruch
• “Não há mercado mais importante do que o Brasil” Jerry Del Missier, presidente do banco inglês Barclays Capital
• “Estamos passando por um verdadeiro apagão de mão de obra na área digital em nível global. No Brasil, a situação está ficando cada vez mais crítica. Esse fenômeno não é mais novo para o setor que convive com escassez de talentos já há algum tempo. O que tem ocorrido mais recentemente foi um acirramento desta situação por conta do momento bastante próspero desse mercado.” Regina Augusto, em editorial para o Meio & Mensagem
• Você não conquista motivação, entusiasmo e capacitação por imposição. Você conquista por respeito, é diferente.” João Dória Jr., Dória Associados
• “Mais do que uma opção, integrar os mundos analógico e digital será obrigação” Luiz Alberto Marinho, consultor em marketing de varejo