NOTAS DA SEMANA – 23.04.2021

ENTREVISTA COM LISIANE PLENTZ RUSSO

  1. Quem é a Lise?

Otimista no trabalho e na vida. Vibro sempre, comemoro cada momento, divido sempre com os meus, no trabalho e na vida, todas as conquistas. Sou intensa e deposito muita energia nos meus objetivos.

Mãe do Pietro e casada com Renato Lamotte. Meus tesouros são minha Família, meu trabalho e minha casa.   

Filha de engenheiro com dois irmãos tb nesta área, minha mãe matemática e eu Publicitária, trilhei um caminho totalmente diferente. Sempre tive a certeza da minha escolha e sou realizada com ela.    

Publicitária formada pela PUC com MBA em MKT pela ESPM.

Na publicidade comecei na área de mídia em agência, depois atendimento tb em agência e então fui conhecer a área comercial de veículo e me encantei. Mesmo antes de trabalhar na área comercial da publicidade algo que sempre esteve presente na minha vida profissional foi a venda.

Na BAND desde 1999, com um intervalo de dois anos e meio, período em que montei a Russo Representações,  3 empresas na área de mídia e 1 na área de eventos corporativos. Experiência muito bacana que me deixou feliz pela receptividade que tive do mercado Gaúcho. Na BAND comecei como executiva comercial da TV , depois gerente comercial TV, Diretora Comercial TV e neste retorno em 2019 Diretora Comercial Rádio e TV.

2. Como é controlar a área comercial de um grupo multimídia?

Desafiador, estimulante, difícil, mas para mim realizador.

Fico lisonjeada de ter a oportunidade de ser gestora de um Grupo de Comunicação em um Estado tão importante e de tamanho peso como o nosso RS. Gosto do Grupo Bandeirantes como ele é , uma empresa familiar, idônea, independente e isenta.

Admiro muito nossa Equipe, trabalhamos livres e com total confiança, liberdade para voarmos, livres para criamos. Muito compromisso com o retorno e expectativa que a Empresa deposita em nós.

Sobre minha equipe, orgulho. Batalhamos muito e levamos os princípios do Grupo para as agências e clientes. Nosso compromisso é com os objetivos e desejos dos nossos clientes, agências, telespectadores e ouvintes.   

3. O que mais te incomoda ou te anima nesse mercado?

Oque me anima são os desafios diários que nos movem e não nos permitem nenhum tipo de acomodação. Nunca um dia é igual ao outro, nenhum cliente é igual ao outro, nenhum profissional da equipe é igual ao outro. Nem mesmo um projeto, programa, veículo ou mês são iguais. Tudo desafiador e renovando sempre.

E o que mais me incomoda hoje é a velocidade e timidez que nossos negócios no Sul tomaram. Como representamos todas as praças e veículos do nosso Grupo e nos relacionamos diariamente com todo Brasil a comparação é inevitável e é fato que precisamos muito acelerar por aqui.

4. O momento é de mudanças ou de consolidação?

Momento é de mudança e consolidação. Não são ações excludentes e acredito que devam caminhar juntas.

Precisamos sempre mudar e nos atualizar para acompanhar as novos hábitos, novo consumo, novas gerações e perfis, enfim, todas as mudanças e atualizações que vivenciamos todos os dias em todos os lugares. Neste momento único que vivemos, tudo novo e diferente sem uma visão clara do futuro, a mudança precisa acontecer constantemente. A comunicação em especial está mudando de forma rápida e radical.

Consolidação traduz firmeza e segurança e na minha visão características indispensáveis para vencer o momento que vivemos.

Consolidação, mudança e adaptação constante para superamos o cenário atual e os negócios terem vida longa e próspera.  

PODER

O presidente Jair Bolsonaro tem contra si um grupo de empresários que nos últimos 20 anos ficaram bilionários.

Magazine Luiza “Poder 360”Banco Internacional “CNN” ,Família Sales “Revista Piauí” , Frias “Uol/Folha” e Família Marinho “Rede Globo”.

Tem como ser imparcial? Não fazer fake news?

DEPENDENTES

Continuam sem receber mais de 30 fornecedores que participaram da campanha do IPTU e COVID 19.

Um parecer técnico de 2019 e ratificado em dezembro de 2020 impede o pagamento

As duas Agencias responsáveis pela contratação desses fornecedores dizem estarem sendo prejudicadas se cumprirem a resolução técnica

A prefeitura através da sua Secretaria de Comunicação ter esgotado a sua intermediação.

O vice prefeito solicitado e apesar das insistentes tentativas não responde e por consequência não age.

O prefeito segundo se comenta não sabe e não foi comunicado

Enquanto isso, além da pandemia essas pequenas empresas estão penando e parece que ninguém vai agir.

Triste mercado que um tem medo do outro e que tem um grande ego.

Reunidas hoje a tarde as Agencias Escala e Hoc que fizeram a campanha do IPTU E COVID em 2020 da Prefeitura, entregarão um documento com pareceres de vários Estados e cidades do Brasil que junto com o CENP EFENAPRO decidiram pelo cumprimento dos editais das licitações e pela legalidade das emissões  das notas fiscais  ao prefeito.

Contrariando e negando o parecer técnico do membro da PGE.

Esse será o último esforço para que os pequenos fornecedores recebam de forma normal,senão será judicializado e com certeza a parte maior será paga.

Essa também é nossa última nota a respeito desse triste episódio e aguardaremos a entrega para fazer a divulgação na mídia maior

RESTAM QUESTIONAMENTOS:

A campanha de antecipação atingiu os objetivos?

O parecer técnico contemplou a grande mídia?

A campanha de eleição foi para fortalecer as pequenas empresas?

A Saac e o Empenho foram feitos pra que?

FENAPRO

Com foco na defesa da publicidade e da liberdade de expressão, a FENAPRO (Federação Nacional das Agências de Propaganda) se posiciona contra o Projeto de Lei n. 504/2020, de autoria da deputada Marta Costa (PSD) e atualmente em análise na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, que pretende proibir a presença de pessoas LGBTQIA+ ou famílias homoafetivas em publicidade voltada a crianças.

“A publicidade, de forma geral, tem um papel social importantíssimo e não pode ser tolhida por leis que vão na contramão da realidade da sociedade. Por isso não faz sentido ter limitações ao retratar em suas mensagens as uniões homoafetivas e as diferentes famílias que a compõem e fazem parte da nossa sociedade, com o devido cuidado e respeito. O Projeto de lei 504/2020 é inconstitucional e representa um grande retrocesso não só para o setor de publicidade, mas para a sociedade como um todo, por seu caráter discriminatório e atentatório à liberdade de expressão”, afirma Daniel Queiroz, presidente da Fenapro.

Na avaliação dos especialistas, o PL é inconstitucional por ferir os artigos que legislam sobre a livre expressão, por se propor a legislar sobre o setor de publicidade e propaganda, o que não é de competência da esfera estadual, mas sim da União, e por conter o termo “preferência sexual” em vez de “orientação sexual”, já denotando, de partida, o caráter discriminatório ao segmento LGBTQIA+.

“Trata-se de uma tentativa de impor discriminações em um setor sobre o qual o Legislativo estadual não tem sequer autoridade”, ressalta o presidente da Fenapro, ao lembrar que o setor conta inclusive com o Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) que exerce com muita competência o papel de regular a publicidade brasileira. “Sob nenhum aspecto, esse projeto de lei se justifica”, acrescenta.

Queiroz lembra que o mundo assistiu, nas últimas décadas, uma grande evolução na igualdade, representatividade e no respeito aos grupos representados pela sigla LGBTQIA+, com maior direito à igualdade, representatividade e justiça em todos os setores da sociedade. O impacto dessa histórica conquista de direitos influenciou diretamente grandes, médias e até pequenas empresas, que iniciaram e mantem programas internos de ações voltadas para conscientização da Diversidade e Inclusão (D&I) no ambiente de trabalho e na sociedade como um todo. E é sob esse prisma que a Fenapro trabalha, em defesa de um mercado publicitário cada vez mais justo, igualitário e representativo.

ABA

A ABA – Associação Brasileira de Anunciantes – vem à público, mais uma vez, reforçar sua dedicação e compromisso irrestritos em prol de uma publicidade cada vez mais livre, dinâmica, transparente, ética e responsável. Em resposta às atuais discussões em torno do Projeto de Lei Estadual 504 de 2020, que tramita na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a associação se manifesta totalmente contrária ao projeto por entender que ele fere os princípios básicos da publicidade e as garantias constitucionais de liberdade de expressão e liberdade econômica, além de comprometer a promoção da igualdade, pluralismo e combate ao preconceito.

Tão logo iniciadas as discussões em torno do projeto de lei, a ABA enviou uma carta aos parlamentares da Alesp apresentando as considerações pelas quais entende que a proposta em debate é inconstitucional e ilegal. Em seus canais de comunicação nas redes sociais, a ABA também se manifestou, enumerando as principais razões que embasam sua posição.

A ABA e seus associados têm o compromisso de manter um diálogo e uma atuação consciente quanto aos direitos e obrigações que rondam o setor. No entanto, a associação entende que neste momento tais competências estão sendo seriamente violadas e representam um retrocesso não só na sociedade, mas no cumprimento de normas válidas do ordenamento jurídico.

“Ainda que tenhamos muito trabalho a fazer, nos últimos anos os anunciantes têm se mobilizado no sentido de alinhar o posicionamento de sua comunicação com os anseios de seus consumidores, resultando em iniciativas importantes que contribuem para um mundo mais justo. A publicidade pode e deve fazer essa representação justa da realidade da sociedade que, por essência, é completamente diversa e, sem dúvida, um importante passo no combate a preconceitos de todos os tipos. Tal projeto de lei, contudo, segue nessa contramão criando estereótipos e discriminando pessoas”, pontua Nelcina Tropardi, presidente da ABA. “Mais do que o olhar para a oferta e a promoção de produtos e serviços, os profissionais de marketing têm a responsabilidade de atuar como agentes transformadores da sociedade, fazendo a publicidade espelhar os anseios sociais, fortalecendo sua relação com os consumidores. É o que se espera; é o que se exige da atividade publicitária neste novo milênio. Não cumprir com isso é ferir a prática publicitária livre. Algo inegociável e inaceitável”, conclui.

FEEVALE

A Universidade Feevale participa da comissão científica da segunda edição da Conferência Emoções, Artes e Intervenção. Realizado pela Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), de Portugal, o evento acontece na modalidade on-line no dia 28 de abril. A conferência é um espaço de investigação, reflexão e divulgação, com a participação de especialistas de diferentes áreas disciplinares que partilham e refletem sobre pensamento emocional, a sua relação com a arte, a comunicação e as suas implicações no campo da saúde e do bem-estar.

As discussões serão orientadas por duas áreas temáticas: A arte e a comunicação como expressão/ação das emoções e seu papel para o desenvolvimento do pensamento emocional e de comportamentos saudáveis; e A educação emocional como uma área transversal a diversos contextos de aprendizagem e de ação humana. As professoras Eliana Perez e Geraldine Santos, do Programa de Pós-graduação em Diversidade Cultural e Inclusão Social, participarão do painel 3, com o trabalho Educação emocional, vulnerabilidade, saúde e qualidade de vida.

A participação no evento é gratuita e as inscrições devem ser feitas pelo site https://sites.ipleiria.pt/ceai2021/. No mesmo endereço, está disponível a programação completa.

SBT

O repórter Lucas Abati mostra a luta diária de mulheres chefes de família contra a fome em reportagem no SBT Rio Grande. Após verem o trabalho sumir durante a pandemia, a situação se tornou ainda mais desesperadora. Mesmo com auxílio, ficou quase impossível garantir o sustento diário das famílias. A esperança vem da solidariedade. Pessoas e instituições mobilizadas a dar de comer a quem não tem.

“Estivemos na casa de uma mãe de família que só conseguiu encher os armários para os oito filhos graças a doação de uma cesta básica. E essa situação não é uma exceção. Nossa intenção é mostrar que a fome existe e há como ajudar”, relata o jornalista. 

Com produção e edição da jornalista Ingrid Oliveira, a reportagem será veiculada na segunda-feira, 26, no SBT  Rio Grande. O jornal, apresentado por André Haar, é exibido de segunda a sexta-feira, a partir das 11h40.

CRITÉRIO

Para entrar numa nova fase de expansão, potencializar as entregas e aprimorar os processos, a Critério — Resultado em Opinião Pública está passando por uma reestruturação organizacional. Como primeira iniciativa no ano em que completa uma década, a empresa especializada em gestão estratégica de imagem selecionou três executivos para posições de liderança: Giuliano Thaddeu, Andressa Dorneles e Lucas Dalfrancis. Outras novidades serão anunciadas em breve.

Os três profissionais da agência — que cresceu 107% no ano passado e recentemente anunciou o início da operação presencial em São Paulo — foram selecionados dentro do próprio time. “Nosso grande diferencial é o jeito Critério, com uma cultura que vem se fortalecendo cada vez mais. Mas esse jeito se materializa nas pessoas. Por isso, apostamos nos talentos de cada um, procurando criar oportunidades de crescimento concreto. É um amadurecimento tanto da empresa como dos profissionais, que estão prontos para liderar novas missões”, detalhou a sócia-diretora Soraia Hanna.   

“Uma empresa perene precisa cuidar de negócios. Isso exige parceiros com atitude de dono e com resultado de dono. É isso que estamos buscando, sempre modelando nosso negócio junto com quem caminha conosco”, complementou Cleber Benvegnú, sócio-fundador da empresa. 

Novos líderes, novas missões 

Até então no cargo de supervisor, Giuliano Thaddeu foi promovido a executivo de Comunicação Política. Depois de comandar um squad que atendeu 18 campanhas eleitorais na eleição de 2020, o jornalista e publicitário estará à frente da estratégica on e off das contas de governos, líderes, partidos e instituições. Ele também vai ser o responsável pela prospecção e relacionamento junto a esse mercado. 

“É motivo de orgulho poder participar deste novo momento da Critério na linha de frente de um segmento que é uma marca na trajetória da empresa. A política está no DNA criteriano e, também, no meu”, afirma Thaddeu, que completará dois anos de empresa e já foi secretário de Comunicação de Porto Alegre e diretor de Comunicação Digital do governo do Estado.

Atuando há seis anos na Critério, Andressa Dorneles assumiu o posto de executiva de Operações. A jornalista fará o acompanhamento sistemático do trabalho, garantindo a eficiência e o nível de qualidade nas entregas. Formada pela Unisinos, teve experiências na Rádio Gaúcha, Band e Pampa, além de passagens pela iniciativa privada e setor público. Ela irá liderar as equipes de atendimento corporativo e as reuniões de alinhamento internas. 

“Além de uma grande realização profissional, é uma demonstração de confiança por parte dos sócios. Minha trajetória profissional sempre foi marcada por responsabilidade, senso de organização, seriedade e multidisciplinaridade”, expressa. “Quando os processos são bem estruturados e a equipe é unida, é possível superar todos os desafios”, complementa.

Com três anos de Critério, Lucas Dalfrancis tem como novo desafio ser executivo de Relacionamento com o Mercado. Comandará a ampliação do relacionamento da agência com seus diferentes stakeholders, também qualificando seus canais proprietários. 

“Foi uma decisão de vida apostar o meu esforço na Critério. Vivo a empresa como se fosse minha, porque descobri que seu crescimento é indissociável da minha evolução. Queremos nos aproximar ainda mais dos players do Estado e do país, especialmente de São Paulo. A Critério está se tornando uma referência em gestão de reputação e resultado em opinião pública”, pontua o jornalista, que possui passagens por prefeituras gaúchas como secretário municipal e pelo governo do Estado do RS, sendo ghostwriter no Palácio Piratini.

“O RS PÓS-PANDEMIA”

A Assembleia Legislativa iniciou o ciclo de palestras “O RS Pós-Pandemia”.

Nesta segunda-feira, 19/4, aconteceu o primeiro seminário, transmitido pela TV Assembleia, que discutiu os caminhos para o futuro do Estado, com a produção e organização da Storia Eventos e Projetos com a comunicação da ALRS.

A iniciativa visa formular e atualizar políticas públicas setoriais, reunindo nomes relevantes e de interesse para debater com o presidente da Assembleia, deputado Gabriel Souza. “É uma busca de sintonia com este momento sensível que todos estamos vivendo e apresentar caminhos e soluções, um Legislativo ativo e interativo”, afirmou.

O RS Pós-Pandemia teve como convidados Secretário do Desenvolvimento Econômico do Estado, Edson Brum; CEO do Grupo Randon e presidente do Conselho do Transforma RS, Daniel Randon; economista do Transforma RS, Igor Moraes; vice-presidente do Cremers, Eduardo Trindade, e o presidente do Banrisul, Cláudio Coutinho.

O economista Igor Moraes apresentou um estudo do Transforma RS sobre o tema divido em três partes: “Luz no fim do túnel”, com o processo de vacinação, que cria as condições para visualizar o cenário mais promissor no horizonte; “Sinais”, diversos indicadores econômicos sinalizam que esse processo de retomada já está em curso nas principais economias do mundo; “Oportunidades e desafios”, pois estamos diante de muitas oportunidades, mas ao mesmo tempo, saímos dessa crise com enormes desafios.

O ciclo de palestras segue em maio próximo com o tema “Escola do Futuro, como recuperar o atraso do pós-pandemia”.

WARNER MEDIA

A WarnerMedia Latin America anunciou hoje que John Garcia, Head de Television Distribution para a América Latina da Warner Bros. Entertainment, deixará sua posição e a empresa em setembro.

Garcia destinou grande parte de seus 23 anos de carreira na Warner Bros. International Television Distribution (WBITD) à gestão da divisão latino-americana do negócio a partir de Miami. Desde 2005, ele tinha a missão de supervisionar as vendas regionais, distribuição, desenvolvimento e aquisições de programação da Warner Bros. para as plataformas de Pay TV, digital e broadcast.

Antes de ser transferido para Miami, Garcia atuava como Deputy Managing Director do escritório de vendas da WBITD em Madrid e era responsável pelas atividades da divisão em toda a região sul da Europa, incluindo Espanha, Itália, Portugal, Grécia, Turquia e Chipre. Anteriormente, havia exercido o cargo de Director of Sales/Business Development para Portugal e Espanha, representando tanto a WBITD como a Turner Entertainment Channels. John se uniu à WBITD originalmente em 1998, como trainee de Gestão Global na sede de Burbank, Califórnia, e em seguida trabalhou seis meses no escritório de Londres da WBITD, antes de assumir suas funções em Madrid.

“O John é uma referência na indústria e foi o grande impulsionador da ampliação e do aprimoramento do portifólio da WB em toda a região,” diz Whit Richardson, Presidente da WarnerMedia Latin America. “Somos gratos por todas as suas contribuições à WarnerMedia e lhe desejamos os melhores votos de saúde e sucesso”, acrescenta.

GRUPO DE MARKETING

Em tempos de incertezas e pandemia de coronavírus, o Grupo de Marketing busca respostas sobre o presente e o futuro do seu segmento. A entidade, que faz parte da Associação Riograndense de Propaganda (ARP), acaba de lançar uma pesquisa para mapear o perfil dos profissionais que atuam nesta área no Rio Grande do Sul, bem como as estruturas disponíveis e ferramentas utilizadas na busca de resultados organizacionais.

Com nova presidência, agora encabeçada pela executiva Graciele Grando, o Grupo de Marketing foi criado em 2018 e tem por fim conectar pessoas e fomentar a troca entre esses profissionais com todo o ecossistema criativo. O coletivo faz parte dos grupos de mercado da ARP, e tem na diretoria outros nomes de destaque do marketing, como Fabiana Londero, Ivan Novello, Fabiane Bottezini, Genaro Galli e Anna Quadros.

O estudo que está sendo realizado é coordenado pela RECLAB, empresa de pesquisa, cultura e estratégia, e visa apresentar um retrato do momento atual. “A ideia é mostrar como os profissionais da área estão se reinventando. Hoje, precisamos ter um olhar 360° sobre o cenário, o que é muito bom para dar perspectiva sobre o todo, mas é complicado – ainda mais diante das novas possibilidades surgidas com a pandemia. Temos de entender o que o mercado espera de nós”, declara a presidente do Grupo, Graciele.

Essa é a primeira ação da nova gestão do coletivo, que pretende prosseguir com o trabalho de colaboração e entrega de conteúdo iniciado por ex-presidente Juan Pablo Boeira, que passou o cargo à Graciele. “O objetivo é poder reunir os grandes players do marketing para trocarmos experiências e entendermos o momento de cada empresa, as boas práticas”, analisa ela.

A pesquisa da entidade pode ser acessada através do link https://reclab.typeform.com/to/XB3sfr57. Quem quiser se tornar sócio do Grupo de Marketing, deve atuar profissionalmente no setor e ser um associado da ARP, que oferece sua estrutura e serve como plataforma para os profissionais da Comunicação. Interessados podem entrar em contato através do email arp@arpnet.com.br.

RBS TV

As mudanças trazidas pela pandemia trouxeram novas perspectivas para a forma de olhar o mundo. Ressignificaram valores, prioridades e desejos e trouxeram à tona a reflexão: o que realmente importa? É tendo essa pergunta como tema central, que, no dia 1º de maio, o programa ‘Posso Entrar?’ retorna à tela da RBS TV em uma nova temporada, com novos quadros, novos personagens e em um novo cenário.      

Apresentada pela comunicadora Cris Silva, a atração estreia dez novos episódios. Assim como na segunda temporada, Cris entrará na casa dos telespectadores de maneira virtual, através da câmera de celulares, tablets e computadores e, de um novo cenário, dará sequência ao propósito de contar histórias reais, que entretêm, emocionam e inspiram. 

Os novos episódios trazem relatos de pessoas que, no contexto atual, tiveram uma nova visão para o que realmente importa em suas vidas. Estar conectado com os amigos, ter mais tempo livre, estar com a família ou fazer a diferença na vida de outras pessoas, por exemplo, serão alguns dos temas abordados a partir do tema central da atração.     

— Vamos ter, mais uma vez, uma temporada digital, com muitas novidades, desde o cenário até histórias que são novas, mas que continuam sendo emocionantes e que fazem o público se identificar. Eu acredito que esse é o sucesso do ‘Posso Entrar?’, ele conta histórias que são fáceis de acontecer em qualquer família, situações que vemos no do dia a dia, e que as pessoas conseguem fazer delas uma vitória. Cada vez mais, o programa é isso: pequenas e simples conquistas que emocionam, que vão desde uma carteira assinada até aprender a ler e escrever — destaca Cris Silva.    

Além dessas histórias reais, de pessoas anônimas, Cris Silva também recebe virtualmente famosos de todo o país. Os episódios terão, ainda, erros de gravação e trechos da Live da Cris. Assim como na primeira temporada, ao longo das próximas semanas, em seu perfil no Instagram (@realcris.silva), Cris fará transmissões ao vivo, por onde irá chamar alguns de seus seguidores para um bate-papo e os melhores conteúdos serão veiculados no programa.      

O cenário, assim como o anterior, será decorado com quadros de artistas gaúchos, enquanto a trilha sonora da atração fica por conta de músicos daqui. A novidade é que o trabalho desses artistas ganha ainda mais destaque, uma vez que os músicos e os autores das obras expostas também compartilham suas histórias de vida por meio de depoimentos no programa. Nesta temporada, o quadro Pode Entrar vem repaginado, destacando ações e projetos sociais, além de vídeos da internet para divertir ou emocionar. 

Os telespectadores também podem participar do programa, enviando a sua história com textos, fotos ou vídeos nas redes sociais usando a hashtag #PossoEntrarNaRBSTV ou enviando depoimentos em vídeos gravados na horizontal para o WhatsApp (51) 99388-5555.    

Lebes, Bettanin, Excelsior Alimentos, Hercosul, Redemac e Banrisul são os patrocinadores que acompanham a nova temporada. ‘Posso Entrar’ vai ao ar aos sábados, na RBS TV, às 14h. 

BADESUL

A Locaweb, gigante brasileira no fornecimento de serviços digitais, comprou a Bling, startup de Bento Gonçalves/RS, investida pelo Badesul, por meio do Fundo Criatec 2, liderado pelo BNDES e gerido pela Crescera por R$ 524,3 milhões.

O Bling, fundado em 2009, em Bento Gonçalves (RS) é um Sistema de Gestão Empresarial Integrado (ERP) para micro e pequenas empresas, no modelo de negócio Saas, oferecido na nuvem, podendo ser acessado de qualquer lugar. Pela plataforma é possível controlar a emissão de nota fiscal (NFe, NFSe e NFCe) com os impostos calculados automaticamente, gestão de finanças, estoques e integração com uma série de outras plataformas e sistemas, como marketplaces e logística, de forma fácil e rápida. Desde 2020, os clientes da empresa têm acesso a uma conta digital integrada ao ERP. Para os próximos meses, a empresa pretende adicionar mais serviços a esse pacote, como PIX, adquirência e antecipação de recebíveis. A empresa que teve um faturamento de cerca de R$ 36 milhões em 2020 já possui mais de 20 mil clientes, com presença em todos os estados do Brasil.

A Locaweb é uma plataforma brasileira de hospedagem e computação na nuvem que congrega uma série de serviços. Abriu capital na Bolsa de Valores (B3) em fevereiro de 2020 tendo levantado R$ 1,03 bilhão na ocasião e sendo considerado o IPO mais bem sucedido da América Latina em 2020. Após o IPO, acelerou a estratégia de M&A e vem adquirindo uma série de serviços complementares a sua atuação.

Em 2020, a Locaweb obteve um lucro ajustado de R$ 41,6 milhões, com alta de 47,7% sobre 2019. A receita líquida apurada foi de R$ 488,2 milhões, um crescimento de 26,6% na mesma base de comparação. Neste ano, as ações da companhia, avaliada em R$ 16 bilhões, acumulam alta de 36,36%.

No ano de 2021, o Badesul, Agência de Fomento do RS, irá completar 10 anos atuando no fomento a inovação e as startups por meio de Fundos de Investimento em Participação (FIP’s). A estratégia da Agência é investir em Fundos nacionais e trazê-los ao Estado a fim de tornar mais visível as oportunidades das empresas inovadoras gaúchas. Desde 2011, o Badesul já investiu em 4 Fundos (CRP Empreendedor, Criatec 2, Criatec 3 e FIP Anjo) e já acertou a vinda do 5º Fundo, o Criatec 4, para o final de 2021.

Até hoje, somados, o Badesul já investiu cerca de R$ 19,6 milhões nestes Fundos que reverteram em R$ 32,4 milhões para as startups gaúchas, uma alavancagem de capital 1,65 vezes. A carteira de startups gaúchas tem se mostrado muito rentável pela oportunidade e qualidade. Das 14 investidas pelo Badesul via FIP’s e Crowdfunding, uma foi a write-off, três foram desinvestidas com sucesso (Yller, Ezcommerce e agora Bling) e 10 continuam em carteira. Se considerado os FIP’s nacionais, cerca de 10% das empresas investidas são gaúchas.

“O Badesul atua com o propósito de promover o desenvolvimento do Rio Grande do Sul com inovação e sustentabilidade. O nosso trabalho com a inovação comprova a evolução e o comprometimento que possuímos com o progresso do estado”, ressalta Jeanette Lontra, presidente do Badesul.

O FIP Criatec 2 já havia desinvestido outras duas empresas gaúchas, a Ezcommerce em 2018, startup que Porto Alegre que desenvolve uma plataforma da marktplace, adquirida pela Linx e a Yller do município de Pelotas em 2019, adquirida pela Straumann, líder mundial em tecnologia odontológica. Ambas continuam em atividade no RS. A estratégia tem se mostrado exitosa, visto que outros players do fomento gaúcho têm seguido os mesmos passos e ampliado os recursos para o RS.

“O desinvestimento da Bling, assim como foi o da Yller, demonstra que o RS é um celeiro de boas oportunidades não necessariamente na capital e entornos. As duas são do interior do Rio Grande do Sul (Bento Goncalves e Pelotas) e conseguiram desenvolver soluções que endereçavam ao mercado global. Assim conseguimos enxergar que a cultura do exemplo positivo é um grande motivador”, destaca o assessor de Venture Capital e Inovação do Badesul, Elias Graziottin Rigon.

O Badesul também promove com parceiros, como Finep, SEBRAE, Fapergs e Reginp, os Editais TecnovaRS e Centelha, com o objetivo de criar novas oportunidades, aumentado a boca do funil de geração de startups e possivelmente gerando novas oportunidades de investimento no futuro.

CANAL RURAL

O Canal Rural acaba de lançar a segunda temporada da série “Seguindo a Comida”, uma parceria com a rede britânica de televisão BBC World News que investiga os caminhos do agronegócio para garantir a alimentação mundial no futuro. Com oito episódios de 30 minutos, a série multimídia mostra os desafios para produzir alimentos saudáveis e suficientes para atender a uma população que deve chegar a 10 bilhões de pessoas até 2050.

O “Seguindo a Comida” apresenta inovações em agricultura de precisão e mostra ao público o que a população está comendo, de onde e como são produzidos cada alimento. Com histórias gravadas na Inglaterra, França, Itália, Dinamarca e Estados Unidos, os episódios questionam como a produção de alimentos pode ser feita de forma ambientalmente sustentável diante de um cenário de recursos cada vez mais escassos, como a terra e água, e a ameaça que as mudanças climáticas representam.

“Estamos prestes a uma grande transformação dentro do universo do agronegócio, da mesma forma que tivemos com a revolução industrial e tecnológica. Essa série surpreende ao mostrar o que o futuro nos reserva. Estamos juntos nesse projeto com a BBC desde o início e a nova temporada deperta o senso de responsabilidade em todo o mundo ao fazer um alerta dos desafios que encontraremos nos próximos anos”, diz Jaqueline Silva, diretora de Programação e Artístico do Canal Rural.

Com patrocínio da Corteva Agriecience, empresa americana de produtos químicos agrícolas e sementes, o “Seguindo a Comida” vai ao ar no Canal Rural toda segunda às 19h30, com reprises às quintas, às 13h30, e aos sábados, às 7h30. Além das veículações na TV, os epísódios da série também estarão disponiveis no YouTube da emissora. Ao longo da temporada, conteúdos especiais serão compartilhados nos do Facebook e Instragram.

SER SOLIDÁRIO FAZ BEM

Nesta quinta-feira (22), a Coleurb divulgou o resultado parcial da sua campanha Ser Solidário Faz Bem, que arrecadou cerca de 175 mil lacres de metal (equivalente a 87 garrafas PET cheias). A iniciativa da empresa busca reverter a venda do material na compra de cadeiras de rodas para a Associação Cristã de Deficientes (ACD) – cada unidade corresponde a 140 garrafas PET de 2L com o material. 

Segundo a diretora-presidente da Coleurb, Paula Bulla, a meta é de que a campanha seja permanente, a fim de arrecadar  material suficiente à doação de mais de uma cadeira de rodas. “Acredito que consigamos esse resultado juntamente com a comunidade de Passo Fundo. É uma questão de tempo para chegarmos ao nosso objetivo”, enfatizou.

Sobre o resultado parcial, a diretora diz estar animada pela demonstração de sensibilidade dos passo-fundenses. “Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, estamos recebendo o  material quase diariamente. Isso mostra que a vontade de ser solidário supera qualquer adversidade”, destacou. 

A campanha, iniciada no começo de dezembro, tem três pontos de coleta: sede da ACD (Av. Domingos Gomes, 12), lojas Matriz (Av. Sete de Setembro, 97) e Morom (R. Morom, 1.230). 

Confira a lista de lacres que são arrecadados:

Lacres de latinhas:

– Refrigerante;

– Cerveja;

– Suco ou água tônica.

RÁDIO BANDEIRANTES

A partir de maio tem novidade na Rádio Bandeirantes do Rio Grande do Sul. O jornalista Guilherme Macalossi será o novo apresentador da emissora. Ele chega para comandar o novo Bastidores do Poder, programa das tardes de segunda a sexta com entrevistas dos assuntos do momento, repercussão de temas importantes para os gaúchos e também a reportagem em ação. O Programa Bastidores do Poder vai ao ar das 14h às 16h e tem no apoio da produção Eduardo Carvalho, reportagens de Guilherme Milaman e Gilberto Echauri, chefia de reportagem de Vicente Medeiros. Além da atração das tardes da Bandeirantes, Macalossi também será um dos integrantes do Jornal Gente, ao lado de Sergio Stock com apresentação de Oziris Marins. Jornal Gente de segunda a sexta-feira das 9h às 10h30min com produção de Cindy Vitali.

Guilherme Macalossi nasceu em Farroupilha, na Serra. Graduou-se em direito em 2010 pela Universidade de Caxias do Sul, mas não seguiu carreira jurídica. Na época, colaborava com artigos de opinião para jornais locais e chegou a ter uma passagem pelo setor público, sendo Secretário de Finanças de sua cidade em 2012. Após isso, começou a se dedicar ao jornalismo, criando um programa diário de política na Rádio Sonora FM. Trabalhou também como colaborador para a Critério – Resultado em Opinião pública, e depois em uma produtora de conteúdo, dividindo seu tempo entre a capital e o interior. Também foi editor de conteúdo de portais digitais, além de ser colunista do jornal Gazeta do Povo, um dos mais tradicionais do país. Em 2019 passou a integrar a equipe da RDC TV como âncora do Programa Cruzando as Conversas. “A RDC foi o grande marco na minha carreira, Marcio Irion me oportunizou um amplo espaço nas noites de sua emissora, confiando num jornalista vindo do interior e ainda pouco conhecido. Abracei isso com amor e dedicação, e tive a minha disposição todo o apoio da equipe da RDC, que é de um profissionalismo impressionante. Em 2020, a RDC estruturou uma ampla cobertura das eleições e tive a oportunidade de conduzir alguns dos principais eventos políticos, incluindo o único debate presencial com público entre os candidatos a prefeito em 2020, Aprendi muito e acho que marcamos presença com essa cobertura. Fico feliz que meu trabalho tenha despertado o interesse da BANDRS e venho para essa nova casa com a certeza de agregar o time com tudo o que aprendi ao longo desses anos.”, afirma Macalossi. A estreia do jornalista está prevista para a primeira semana de maio. “É uma satisfação ter na equipe do Grupo Bandeirantes do Rio Grande do Sul um profissional como o Guilherme Macalossi, uma nova voz para os microfones da Rádio Bandeirantes. Ele vem de uma experiência muito bem sucedida em televisão e agora assume o desafio de comandar um programa de duas horas no rádio além de fazer parte da bancada de um dos mais antigos programas que já teve Bira Valdez e outros tantos jornalistas que marcaram a história dessa emissora, o Jornal Gente.”, termina Leonardo Meneghetti, diretor-geral da Band no Rio Grande do Sul.

5G

Se o 4G mudou a vida das pessoas, o 5G habilitará uma grande transformação na sociedade, acompanhado de todo o ecossistema de telecomunicações como cloud computing, inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT) e infraestrutura de fibra. Segundo os especialistas da Claranet, multinacional de tecnologia com foco em serviços gerenciados de cloud, e da Huawei, multinacional líder global em soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), algumas áreas serão mais beneficiadas com a chegada da nova geração da internet móvel no país.
Há, portanto, um entendimento que é comum a toda sociedade, que o 5G trará transformações mais incisivas na produtividade e forma de trabalhar da maior parte dos setores da economia. “De forma mais técnica, o 5G traz três grandes vantagens: maior velocidade de conexão (até 100 vezes mais), maior quantidade de SIM cards por célula, suportando até 1M de devices por km2 e uma menor latência, podendo atingir mínimos 0.5ms”, revela Nicolas Driesen, Solutions Representative da Huawei.

O 4G fez a revolução dos aplicativos, transformando indústrias, como a hoteleira e de entretenimento, que foram levadas para uma era onde a conectividade foi crucial para aumentar a escala desses serviços. Com o 5G, além dos serviços, a produtividade de setores industriais e agrícolas será incrementada de forma exponencial. No Brasil, os setores que mais serão favorecidos são:

– Indústria extrativa: setores de óleo, gás e mineração, que são intensivos em capital, e cujos produtos são commodities, eficiência e mitigação de riscos ambientais são fatores críticos para o desenvolvimento e crescimento. A aplicação do 5G na automação de máquinas e operações irá reduzir custos e riscos aos trabalhadores.

– Indústria manufatureira: é a que apresenta o mais alto potencial de benefícios com as aplicações em 5G. A implementação no setor deve ser a mais rápida entre todos os setores e irá permitir a otimização de recursos a partir dos dados das plantas e algoritmos, que constantemente configuram a produção para os melhores resultados de produtividade e qualidade. A melhoria em tempo real captura o alto benefício das aplicações em 5G, com o tempo de implementação razoável e ganhos estimados em mais de R$210 bilhões.

– Agronegócio: o uso dessa tecnologia vai permitir o avanço da agricultura indoor e de precisão, além do gerenciamento baseado em dados, que vai integrar e possibilitar a telemetria e sensores, uso de drones e análises mais precisas do clima. Medidas de correção e ajustes serão mais precisas e facilitarão a tomada de decisão dos produtores, bem como a identificação de problemas pontuais no campo e o aumento do monitoramento da lavoura.

– Transporte de cargas: entre as aplicações em desenvolvimento, temos os caminhões automatizados, equipados para a comunicação veículo a veículo; pontos inteligentes que serão geridos a partir de unidades centrais; guindastes inteligentes utilizados para descarregar grandes navios cargueiros; trens sem a presença de condutores; robôs conectados irão planejar e executar atividades como coleta e classificação de materiais, que juntas apresentam um impacto estimado na economia do país, na casa dos R$ 11 bilhões.

Além dos quatro setores, outros segmentos deverão ser otimizados com a tecnologia. “A internet das coisas (IoT) passará a funcionar de forma efetiva, já que o baixíssimo tempo de resposta nas conexões, irá habilitar de vez a conectividade entre as máquinas. Eletrodomésticos serão mais eficientes, gerando economia de energia, além de carros autônomos e cidades inteligentes, que se tornarão realidade. Indústrias, que são intrinsecamente tecnológicas, como a do entretenimento (OTTs – plataforma de distribuição de conteúdo pela internet) e os videogames, com especial destaque aos eSports, também serão transformadas com o 5G”, completa Driesen.

Intensificar a segurança é preciso

O avanço da conectividade também traz riscos, como o aumento no número de ameaças. Para Diogo Barroso, CTO da Claranet, precisamos estar atentos às vulnerabilidades em toda a infraestrutura de telecomunicações, além da segurança e privacidade do usuário. “Ao mesmo tempo que a chegada do 5G nos proporciona muitas vantagens, ela levanta novas preocupações referentes à segurança, principalmente de endpoint. Mais dispositivos conectados implicam em maior superfície de ataque para os cibercriminosos”, explica.

Isso porque o 5G possibilita mais conexões, mais distantes e com maior largura de banda do que as gerações anteriores, além de aumentar a superfície de ataque, faz com que a estruturas de Data Centers e Backbones tenham que se adaptar à esta nova capacidade.

“As ameaças à segurança são desafiadoras e é preciso se preparar. A primeira recomendação é considerar com antecedência quais riscos à segurança a implementação do 5G pode representar. Uma opção é realizar uma avaliação de risco de segurança cibernética, que examina a governança, arquitetura, resiliência cibernética e cadeias de suprimentos. O resultado da análise pode ser usado para desenvolver medidas direcionadas sob medida para o contexto de aplicação específico”, explica.
Outra recomendação é sempre usar a arquitetura de confiança zero, em uma rede de confiança zero, os aplicativos e fluxos de dados são estritamente segmentados e acessíveis apenas à quem realmente interessa, utilizando-se MFA (Múltiplo Fator de Autenticação) que associam inteligência artificial para analisar possíveis desvios do comportamento, conclui o CTO.

A chegada efetiva do 5G não será imediata, mas devemos ficar atentos. No edital aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), está previsto de estar operacional nas 26 capitais do Brasil e no Distrito Federal em julho de 2022. Para todas as cidades do Brasil com mais de 30 mil habitantes, o prazo é julho de 2029. Porém, esses prazos ainda precisam ser aprovados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), para que o leilão aconteça. A expectativa do governo federal é de que o leilão aconteça ainda no 1º semestre de 2021.

MARKETING DIGITAL

Com o alto desenvolvimento das empresas e grandes níveis de atividades realizadas no dia a dia, a automação de processos tem se tornado cada vez mais frequente. Uma das tecnologias utilizadas para essa transformação, tem sido vista em soluções de Business Intelligence, que é capaz de suportar uma imensa quantidade de dados não estruturados e de fontes internas e externas, que possibilita a interpretação de forma ágil e precisa muito superior às formas manuais. Diante disso, a Tetris.co – braço de tecnologia do AdClub, grupo que reúne três empresas focadas em soluções de Marketing Online para grandes marcas – promove uma completa transformação do Marketing Digital do Grupo Neoenergia.

A partir da implementação de metodologias e softwares próprios, o Grupo passou a ter total controle e entendimento sobre seus investimentos em tempo real, possibilitando alocações de recursos mais assertivos e de maior retorno. “A Tetris.co nos ajuda a classificar e analisar nossos dados, tanto orgânicos quanto pagos, aumentando a eficiência de nossos investimentos de mídia online em todas as plataformas”, comenta Mariana Wirtzbiki Aoad, Gerente de Comunicação Externa do Grupo Neoenergia.

Para Pablo Lemos, CTO do AdClub, o maior desafio foi auxiliar na alta demanda do Grupo, que – por ser constituído por várias empresas – cada uma delas possuía áreas com verbas e atividades específicas. “Controlar o conteúdo e a performance de cada empresa era trabalhoso e lento. Reports eram feitos de forma manual, sem o detalhamento necessário e demoravam semanas para serem concluídos, impedindo qualquer possibilidade de respostas ágeis, tão importantes no universo da mídia digital. Além disso, eles precisavam entender de forma bastante granular a performance orgânica versus a mídia paga, algo impossível de ser feito manualmente frente ao volume de publicações que eles executam”, explica.

O primeiro passo do processo, foi a implementação de um processo forte de taxonomia. Toda a presença online do Grupo Neoenergia passou a rodar com especificações de nomenclatura, permitindo entender no detalhe a performance sobre o investimento de cada empresa e área. A Tetris.co foi responsável por desenvolver ferramentas para facilitar o processo e evangelizar, tanto o time de marketing digital quanto as agências, sobre a importância de permanecer fiel à nomenclatura. Na outra ponta, instalaram uma versão 100% customizada do software próprio de governança e visualização de dados, o Tetris oDash, com automações para entender a taxonomia e gerar relatórios em tempo real, facilmente acessíveis via computador, tablets ou celulares.

Em seguida, desenvolveram um algoritmo de inteligência artificial proprietário que automatizou o cruzamento da performance orgânica versus a paga, unificando a classificação dos dados ao nível mais granular possível. “Com o sistema 100% implementado e rodando, com dados digeridos, organizados e classificados em mãos, passamos a prover uma consultoria constante de inteligência de dados. Diante disso, o projeto que foi iniciado no início de 2020, hoje é parte central da área de marketing digital do Grupo Neoenergia”, se orgulha Pablo.

Dentre os resultados obtidos, internamente, o time de marketing digital conquistou uma poderosa autoridade para justificar seus investimentos e planejamentos, já que cada passo agora pode ser monitorado e seu desempenho comprovado de maneira direta e eficiente. Dos analistas de marketing digital aos diretores, o Grupo como um todo passou a conversar nos mesmos patamares, pois compartilham a mesma fonte da verdade sobre o desempenho das estratégias de todas as áreas. “Com apenas alguns cliques, qualquer pergunta sobre o desempenho do marketing digital, seja a nível macro (Quanto cada empresa gastou em 2020?) ou a nível micro (Quantas publicações sobre Coronavírus a área de Segurança fez no mês de Julho? E quanto foi o custo por engajamento?), pode ser respondida”, ressalta Pablo Lemos.

É importante dizer que, após a realização, é fundamental que haja um apoio constante. Principalmente porque o meio digital muda constantemente e sem um monitoramento a tendência é que o projeto se torne obsoleto. “De um lado, um imenso orgulho de participar de maneira fundamental na transformação digital de um cliente tão importante quanto o Grupo Neoenergia. Vencemos uma série de desafios, inovamos tanto em software quanto em estratégias e chegamos a um resultado fenomenal. Do outro lado, estamos animados com o volume de demandas que há pela frente. Acredito que 2020 foi só o começo. Já estamos trabalhando juntos em 2021, em um volume maior que no ano passado e espero que a parceria só cresça”, finaliza o CTO.

Para mais informações, acesse: http://adclub.team/

PANDEMIA

De acordo com a última edição da Pesquisa do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) sobre o Impacto da pandemia do novo Coronavírus nos Pequenos Negócios, os empresários sentem que a expectativa de normalidade está cada vez mais longe. Os dados mostram que a maioria dos empreendedores entrevistados se considera no grupo da categoria “aflitos” – tendo muitas dificuldades para manter o negócio.

A Pesquisa também mostra que houve interrupção do ciclo de recuperação em quase todos os segmentos. Muitos empresários recorrendo a empréstimos bancários, que lideram como a principal dívida das empresas.

O cenário do caos nas empresas parece estar montado. A crise na saúde impacta diretamente no andamento dos negócios e os empresários se sentem temerosos diante do desafiador quadro atual.

Mas as Pesquisas também mostram um contraponto de recuperação em alguns setores da economia. Segundo a última Pesquisa “Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas empresas”, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 28,6 % das empresas em funcionamento reportaram que a pandemia teve um efeito positivo sobre os negócios. E ainda, 32,2% delas indicaram aumento das vendas ou serviços comercializados.

Cláudio Pantaleão faz parte dessa porcentagem. Ele é diretor da Dakasa Alimentos – uma empresa de atacado de frios. Ele comenta que durante a pandemia o consumo das pessoas em casa começou a ser bem maior. E diferente de muitos segmentos, o faturamento da empresa de Cláudio cresceu em mais de 100 por cento:

“Para a nossa surpresa, a oportunidade bateu à porta. O crescimento chegou, mas aí tivemos grandes dificuldades em gerenciar pessoas e medir o número de entradas e de despesas. Antigamente, eu pagava as contas e o que sobrava estava bom. Mas aí, precisamos realmente de ajuda externa para gerir todo esse processo. Comecei a enxergar que pra crescer era preciso implantar ferramentas que possam medir vários setores dentro da empresa e trazer mais resultados de forma rápida e com mais precisão. Agora, muita coisa mudou: eu enxergo a crise como uma oportunidade de crescimento para a empresa. E por incrível que pareça, até 2024 estamos com tudo planejado.”

Meta, Plano de Ação e Execução

Os dados divulgados pela Pesquisa do Sebrae também mostram que 4 em cada 10 empresas inovaram durante a crise. Muitas delas precisaram contar com a direção de especialistas em gestão empresarial para orientar os empresários a saberem lidar com a situação da crise causada pela pandemia, e acabar com o caos vivenciado nas empresas. Marcelo Germano é empresário, especialista em gestão empresarial e idealizador do método do EAG (Empresa Autogerenciável), ele é responsável por ajudar a recuperar muitos negócios que estavam à beira do caos em decorrência do cenário desafiador que o país está vivenciando:

“Estamos enfrentando uma crise sem precedentes na história. Um momento muito crítico que exige atenção. No final disso tudo vão existir dois tipos de empresas: as que vão morrer, deixar de existir, e as que vão aproveitar as oportunidades e crescer em cima da concorrência. E o que é preciso fazer? Focar no que está no nosso controle e encarar de frente essa situação toda”, disse o especialista.

Marcelo Germano ainda comenta que os empresários são os futuros líderes do país e que, se a crise causada pela pandemia é algo que não controlamos, é necessário trabalhar as competências do negócio para se estabelecer no mercado:

“Eu costumo dizer que o dono da empresa é o comandante dela, não importa o que está acontecendo ao redor. E a reclamação por si só coloca o gestor em estado de escassez. Por isso que situações drásticas exigem medidas drásticas. É preciso buscar caminhos que as ferramentas em gestão empresarial e métodos difundidos no mercado oferecem para que o empresário tenha uma equipe autogerenciável, para que ele possa focar no que realmente importa: na solução do problema, através de um trabalho duro, e não como em um passo de mágicas, como muitos vendem por aí. Ou seja, se o empresário não seguir os fundamentos, ele pode, sim, quebrar. E esse, infelizmente, não é apenas um problema gerado pela crise, mas também pela ineficiência da gestão ao longo dos anos. É preciso trabalhar com Metas, Plano de Ação e Execução. Assim como saber gerir processos, indicadores e trabalhar importantes passos para minimizar os problemas e sair mais forte da crise, para que se possa enxergar uma luz no fim do túnel.”

Esse foi o caso de Sylvio Bispo. Ele é CEO da Shamah Mundi – Corretora e Administradora de Seguros – e conta que a empresa sempre teve uma trajetória ascendente, mas logo que começou a pandemia registrou uma queda de 20% no faturamento:

“Com o início da pandemia, a preocupação inicial foi com a preservação do time e da família, no âmbito da saúde, mas também com o faturamento descendente e a sustentabilidade do negócio. E após a constatação da queda do faturamento, ficamos deprimidos, com receio de um cenário “apocalíptico”. Cancelamos contratações, revimos contratos, negociamos com fornecedores, enfim, agimos rápido para implementar correções e ajustes. Começamos, assim, a superar nossos objetivos, mas ainda de forma não totalmente estruturada, e ainda com imprevisibilidade.”

Após orientação na gestão da empresa para a busca de implementação de ferramentas nos processos do negócio, Sylvio percebeu que havia esperança de melhoria, apesar de todo o cenário vivenciado:

“Com um novo método de gestão, chamado EAG, que fomos atrás, obtivemos um ganho qualitativo, tanto nos processos, quanto nas relações humanas. Isso mudou muito a minha forma de fazer a gestão da minha empresa, resultando em ganho de tempo para pensar a empresa e as estratégias, previsibilidade no crescimento, construção de uma liderança engajada com metas, e outros diversos ganhos qualitativos e quantitativos. Com a utilização de ferramentas que vão desde a contratação, passando por feedbacks estruturados e chegando ao final à construção de uma cultura que coloca o colaborador como o artífice da realização do sucesso, tanto individual, quanto da empresa como um todo,”, relatou o empreendedor.

Na contramão da crise

Matheus Francisco é sócio da Loja do Sapo – assistência técnica de dispositivos eletrônicos – e com o decorrer da pandemia ele observou que as pessoas começaram a ter mais necessidade por busca de manutenção dos dispositivos e assistência técnica.  Matheus foi em busca, então, de adaptação e inovação nos negócios:

“Como gestor, a notícia da pandemia foi um baita susto, um desafio, deu um frio na barriga. Eu sabia que existiam as coisas que eu poderia controlar e outras que eu não poderia agir em si, como o fechamento dos shoppings e da cidade, por exemplo. Mas por outro lado, eu poderia me adaptar, e foi isso que eu fiz”, comenta Matheus.

Antes de buscar a ajuda de um especialista, Matheus não tinha uma rotina de gestão definida. O negócio estava em expansão, mas ainda não existia organização por parte de lideranças, processos, metas, rotinas gerenciais. A empresa crescia, mas não de maneira organizada:

“Com o método de gestão que conheci, que ensina os caminhos para se alcançar uma equipe autogerenciável, conseguimos organizar melhor a parte de pessoas, estruturando RH com rotinas de processos seletivos, código de cultura com os valores que regem a empresa, onde ela quer chegar, qual o propósito dela existir. Além disso, desenhamos organogramas e atividades de cada colaborador. Implantamos indicadores em várias áreas da empresa, para não navegarmos no escuro. Costumo dizer que esse método trouxe clareza, ajudou a enxergar o que precisávamos fazer, como fazer, quais áreas atacar, e tirar do caos a nossa empresa, para que crescesse de maneira sustentável.”

Eficiência nos negócios em meio à pandemia

Para buscar a eficiência nas empresas é preciso treinar e capacitar o time de colaboradores e olhar realmente os números, elaborando Planos de Ação para atingir objetivos e metas, estabelecer prioridades. De acordo com a experiência de Marcelo Germano em direcionar os gestores, a realidade é que mesmo antes da pandemia muitas empresas já eram caóticas e só se preocupavam em apagar incêndios. Pode parecer óbvio, mas grande parte dos empresários estão despreparados para lidar com a crise, e não sabem nem por onde começar na prática:

“O empresário brasileiro precisa ter em mente que é hora de trabalhar focado, com eficiência. Eu sempre digo que mar calmo nunca fez marinheiro bom. É o momento de agir com inteligência e ir à fundo em métodos que vão dirigir suas ações nos negócios para ir em busca do crescimento, mesmo diante da crise vivenciada. É necessário capacitação, aprender ferramentas para ter o resultado esperado. Não existe sorte, mágica, e sim um método, um caminho de trabalho duro a seguir”, finaliza o idealizador do método do EAG.

CIELO

A Cielo entregou 5 dos 11 andares que ocupava em um prédio de Alphaville e existe a possibilidade de que mais uma laje seja desocupada. Ou seja, a área locada deve cair mais da metade. Se ainda havia a ilusão de que algum dia voltaríamos aos escritórios de segunda a sexta, o passo da empresa de maquininhas de cartão ajuda a entender que não.

O plano da Cielo é que exista uma escala de trabalho presencial e remoto com pelo menos dois dias por semana na sede da companhia e três de casa. Isso vai valer para a maioria dos funcionários.

“Você vai ter que estar na empresa, sim, mas é por meio de uma escala de participação. É para a gente poder ser mais ágil e poder ter mais empregados fora de São Paulo”, afirmou o presidente da Cielo, Paulo Caffarelli.

A decisão, segundo o executivo, deve gerar uma economia de 58% nos gastos recorrentes. As despesas gerais e administrativas, onde são incluídos gastos com aluguel nas demonstrações de resultados, somaram R$ 457 milhões em 2020. A alta na comparação com 2019 foi de 26,8%. A Cielo não quis detalhar a redução em valores absolutos.

Fernando Pinto Lima, head de Gente, Gestão e Performance da companhia, afirmou que a decisão de adotar o modelo híbrido foi baseada em pesquisas com os funcionários da empresa – cerca de 4.000.

Nesses levantamentos internos, 95% do time disse considerar positiva a experiência de trabalhar remotamente e 92% sugeriu pelo menos três dias de remoto. Os contratos serão alterados para prever o novo esquema de trabalho e a companhia ainda estuda quais os benefícios que poderão ser adotados para os funcionários, como indenização para despesas (como internet). Por enquanto, a empresa empresta cadeiras para o home office que vigora há um ano.

O novo esquema está previsto para entrar em vigor em setembro, quando as obras nos andares remanescentes devem ficar prontas. A ideia é que sejam espaços compartilhados e de mais socialização. Mas esse é um cenário extremamente otimista, de acordo com Fernando. Segundo ele, o retorno ao escritório só deve ocorrer quando a vacinação tiver avançado no país e a pandemia arrefecer.

O movimento da Cielo não é surpreendente. Desde a adoção do home office compulsório, discutia-se a possibilidade de as empresas nunca mais voltarem ao modelo tradicional de trabalho. E especulava-se qual deveria ser o impacto dessa mudança sobre os fundos imobiliários.

Os andares ocupados até março pela empresa ficam no Condomínio Evolution Corporate, que pertence ao fundo imobiliário XP Properties (XPPR11). A Cielo era o principal inquilino do fundo e gerava 26% da receita. Com a entrega dos andares, a participação caiu para 11%, segundo informações mensais atualizadas pelos gestores do fundo.

Desde o anúncio da saída da Cielo, o fundo recuou quase 3% na bolsa de valores. A queda parece pequena, mas o XPPR11 está em seu pior momento, negociado abaixo do vale de março de 2020, quando a pandemia levou pânico aos mercados.

O fato relevante, por meio do qual o fundo comunicou a investidores e ao mercado financeiro a entrega dos andares, foi publicado em 26 de março. Uma semana antes, analistas da XP divulgaram um relatório sobre o atual panorama do mercado de lajes corporativas. No documento, eles relatavam que o movimento de redução de custos com aluguel e esquema permanente de home office levariam a entrega das salas.

“Empresas que mudaram ou pretendem mudar o modelo de trabalho para remoto (total ou parcial), podem reduzir consideravelmente esses custos devido a menor necessidade de área. Além da possibilidade de espaços flexíveis, que não só reduzirem os custos, mas também permitem certa descentralização da empresa”, escreveram.

O documento destacou um levantamento da consultoria SiiLA Brasil. Segundo a empresa, a vacância em escritórios de alto padrão em regiões centrais em São Paulo saltou de 15,3% no último trimestre de 2019 para 19,3% no mesmo período de 2020.

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