NOTAS DA SEMANA-17-07-20

ESSA É A LIVE DO MERCADO PUBLICITÁRIO

Thiago Zeni, BRA e Maria Helena da Protarget (Agências de Novo Hamburgo). Renata Schenkel, ARP; Cado Bottega, Clube de Criação; Fernando Silveira, Sinapro/RS; Luciano Vignoli, e21; Rodrigo Rey, Conjunto Comunicação; Daniel Skowronsky, Nirin; William Mallet, 3.ag Comunicação; José Fuscaldo, Agência Moove; Marcio Coelho, BriviaDez; Martin Haag, Escala City; Rodrigo Pinto, Paim e Fábio Bernardi da Morya estão confirmados na live do dia 21 às 10h. Quem quiser assistir acesse o zoom: https://zoom.us/j/93383338450.

SURPRESA

Nunca fez temperaturas baixas em julho. Nunca teve geada e os campos não floriram. Nunca choveu e os rios inundaram as populações ribeirinhas. Nunca os hospitais tiveram superlotação por resfriados, gripes e problemas pulmonares no inverno.

Tudo, para surpresa geral, está acontecendo em 2020 para tortura dos governos.

GOLAÇO

Ter aprovação para os jogos do campeonato Gaúcho foi um golaço. Agora, fazer jogos de noite com esse frio, sem torcida e com as pessoas em casa. Por que não fazer ao meio dia com clima melhor? Gol contra ou não pensaram?

CRISTIANE GARCIA

A artista gaúcha, Cristiane Garcia, publicitária de profissão, com passagens pela DCS, RBS e, atualmente, regional RS dos canais Discovery e ilustradora de coração, lançou no Instagram a página Ilustra ser, com a série Flores, Amores e Afins.

São ilustrações autorais de traço simples, fluido e lúdico, que provocam um estímulo visual de beleza única. Um projeto antigo de vida, mas novo no mundo digital. O propósito é o da liberdade criativa e incentivo à contemplação a esse imenso universo de expressão da ilustração.

Encomendas exclusivas podem ser feitas direto na página do Instagram.

Contatos @crisgarciakika

TV PAMPA

A TV Pampa completa 40 anos de existência, marcando sua trajetória por sempre levar entretenimento, informação e prestação de serviço aos lares de milhões de gaúchos. Ao longo de sua história, sempre manteve o foco em trazer uma programação repleta de conteúdo local, garantindo grande identidade com as coisas do Rio Grande e o jeito de ser do gaúcho.

A expansão de suas transmissões foi consequência do sucesso que sempre obteve no mercado, fazendo com que, ao longo destes 40 anos, a TV Pampa avançasse sua presença a todo o Rio Grande do Sul através de suas 4 estações geradoras em Santa Maria, Pelotas e Carazinho, além das mais de 100 repetidoras que levam o sinal da emissora a todo o Estado.

Ao longo destas 4 décadas, a TV Pampa tem seguido firme no seu propósito de produzir conteúdo local de qualidade, sempre valorizando os acontecimentos do Rio Grande do Sul, intensamente envolvida com os maiores eventos do Estado como Expointer, Expodireto, Semana Farroupilha, Oktoberfest, Festa da Uva, Cobertura do Verão nas praias gaúchas, dentre tantas outras iniciativas que tornam a TV Pampa única. A implantação da TV Digital em suas operações, iniciada em 2009, foi outro grande marco na história da emissora.

Ao completar 40 anos de história, a TV Pampa mostra-se pioneira no jeito de fazer comunicação, trazendo um completo time de comunicadores, marcando presença nas mais diversas plataformas digitais e cada vez mais conectada com o seu público.

Com início de suas transmissões em 1980 e fundada por Otavio Gadret, atual presidente do Conselho da Rede Pampa, a TV Pampa é a única emissora de TV de capital 100% gaúcho, além de ser a única emissora de televisão no Rio Grande do Sul a transmitir programas locais em horário nobre.

Segundo o presidente da Rede Pampa, Alexandre Gadret, a emissora reforça o compromisso que tem com a população gaúcha, sempre em busca de levar conteúdo personalizado e significativo. “Muito nos orgulha esse retorno positivo que temos em relação à nossa programação. No Pampa Debates, no Jornal da Pampa, no Atualidades Pampa, e nos outros programas de sucesso da TV Pampa, estamos munidos de profissionais extremamente qualificados que têm trazido resultados cada vez melhores em audiência e interatividade no mundo digital. Ficamos felizes com todo o sucesso e trajetória desta grande emissora que tem compromisso com o desenvolvimento do nosso Estado”, comenta o presidente.E celebrando os 40 anos de presença marcante no Rio Grande do Sul, valorizando as notícias e os profissionais de comunicação do Estado, a TV Pampa lança seu novo slogan: “TV Pampa, a TV dos Gaúchos”.

De acordo com a diretora de Conteúdo da Rede Pampa, Marjana Vargas, a emissora tem buscado, ao longo dos anos, o que há de mais relevante e factual em uma programação totalmente feita para os gaúchos. “Nosso novo slogan diz o que o público já percebe há algum tempo. Somos a TV dos gaúchos, apresentando, com muito profissionalismo, bom humor e honestidade, informações cruciais e de extrema importância no dia a dia dos nossos telespectadores”, finaliza.

MATRIZ

A agência Matriz desenvolveu para o Governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Logística e Transportes e da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), a campanha publicitária ‘Pit Stop Covid-19’. A iniciativa destaca a importância dos postos de triagem instalados em rodovias estaduais para atender caminhoneiros que seguem na estrada durante a pandemia de Covid-19.

Dentre os materiais de divulgação estão inserções em emissoras de TV, veiculação de textos e jingles em rádios, posts em redes sociais e frontlights nas estradas. “Neste momento tão sensível para todos nós, precisamos auxiliar os profissionais que não podem parar e que prestam serviços essenciais para abastecer a população”, salienta o secretário de Logística e Transportes, Juvir Costella.

A ação que motivou a campanha conta com oito ‘pit stops’, localizados junto a praças de pedágio da EGR e a postos do Comando Rodoviário da Brigada Militar. Nestes locais, os motoristas de veículos de carga podem realizar exames para identificar sintomas compatíveis com a Covid-19. Eles também recebem frascos de álcool em gel, máscaras e itens de alimentação doados por empresas. “A campanha também busca reforçar o pedido à iniciativa privada e demais interessados que se juntem a essa corrente do bem”, explica Costella.

De acordo com o diretor-presidente da EGR, Urbano Schmitt, o trabalho de divulgação destaca, ainda, a qualificação do serviço, que conta com socorristas treinados sob a supervisão de médicos, ambulâncias e o apoio do policiamento rodoviário. “É um trabalho que envolve muitas pessoas e que vem sendo desenvolvido no intuito de ajudar os caminhoneiros neste momento difícil”, ressalta o dirigente.

Localização dos postos de triagem do projeto:

Encantado – ERS-129, km 68

Coxilha – ERS-135, km 18

Gramado – ERS-235, km 32

Sapiranga – ERS-239, km 24

Portão – ERS-240, km 13

Santa Cruz do Sul – RSC-287, km 99

Cruzeiro do Sul – RSC-453, km 18

Teutônia – RSC-453, km 54

INNOVATION WEEKEND

O Festival de Inovação e Negócios Innovation Weekend, que havia sido transferido para novembro devido à pandemia, já tem nova data para acontecer: dias 26 e 27 de setembro. A nova edição se apresenta como o primeiro festival 100% phygital do sul do Brasil. Serão seis tipos de interatividades diferentes, que envolvem palestras, workshops, rodadas de negócio, braindates, shows e estandes virtuais para proporcionar a já consagrada construção de raciocínio inteligente através de conteúdos profundos e autorais. O evento é realizado pela Associação Riograndense de Propaganda (ARP), juntamente com o Innovation Center. Sócios da entidade possuem exclusividade na compra de ingressos.

O festival segue a linha dos grandes eventos de conteúdo mundiais que foram cancelados em seus formatos presenciais este ano, como o SXSW, o WebSummit e o Collision, entre outros. “Resolvemos alterar o formato devido a toda situação que estamos vivendo em relação à pandemia e principalmente em respeito aos participantes e patrocinadores. Assim, garantiremos a segurança do público e também os retornos para quem investiu no festival, que não perderá a interação com os participantes”, declara Juan Pablo Boeira, head de Inovação do Innovation Center e vice-presidente de Mudança da ARP.

O formato phygital será estabelecido através de uma plataforma desenvolvida especialmente para o evento. Ela proporciona uma imersão virtual do participante, possibilitando que ele crie seu perfil e circule pelos ambientes, escolhendo suas áreas de interesse. As atividades durarão 45 minutos, sendo 30 para a prática e 15 destinados a bate-papo. Para completar a inovação, os speakers poderão realizar suas palestras de dentro de um estúdio, com grande estrutura e total segurança para serem transmitidos online.

Outra novidade que já era anunciada pelo festival é a proposta inédita no país de ser o primeiro, ao mesmo tempo, B2B, B2C, C2C e C2B. A ideia é tornar os participantes protagonistas do evento, podendo realizar inclusive suas próprias palestras. “A ARP segue com seu compromisso de gerar conexão e conteúdo. Inserida nesse momento de adaptação e renovação, nos colocamos à frente de mais uma inovação: o formato phygital, com muita troca e geração de negócios”, afirma a presidente da ARP, Liana Bazanela.

Como tema dessa edição, mantém-se o que havia sido estabelecido para o evento presencial: “O amanhã”, que é, segundo Boeira, mais relevante do que nunca. “Nosso foco é conectar as mentes mais brilhantes para criarmos um futuro melhor, discutindo o que será feito agora para impactar o amanhã positivamente”, diz ele. Em consonância com essa ideia, a organização promete doar 1% da receita líquida para a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, para que seja investida principalmente no combate ao coronavírus.

Para se tornar ainda mais atrativo, o festival baixou os valores dos ingressos. Agora, eles custam R$ 49 para sócios ARP e R$ 89 para os demais participantes, em primeiro lote. As vendas começam no dia 15 de julho.

FEEVALE

O distanciamento social trouxe diversos desafios para os estudantes. Numa experiência inédita, acadêmicos do curso de Produção Audiovisual da Universidade Feevale produziram, neste período, três documentários, dois curtas e dois videoclipes. Com a impossibilidade de utilização dos equipamentos e dos espaços da Instituição, 32 graduandos foram estimulados, pelos professores André Conti Silva, Francisco Machado Pereira, Roberto Bedin Coutinho e Vanessa Valiati, a usarem a criatividade e, a partir de equipamentos disponíveis, fazerem gravações a distância.
Os trabalhos foram elaborados nas disciplinas de Projeto 2, 3 e 4, em que normalmente se projeta uma temática fixa a cada semestre. Com a pandemia, a estratégia foi ajustada para desafiar os estudantes a uma produção totalmente on-line. “Os grupos toparam o desafio de orientar atores e entrevistados a distância, com todas as imagens captadas com os celulares e computadores dos elencos. Não houve set de gravação presencial, foi tudo virtual”, explica Conti. “Temos boas histórias sendo contadas, todas tecnicamente bem realizadas, mesmo com equipamentos e processos que, normalmente, não pensaríamos para trabalhos como esses. É uma feliz surpresa chegar ao final deste semestre com tantos trabalhos bem realizados”, comemora.
Entre os vídeos, destaca-se Âmago, desenvolvido pelos estudantes Gabrielly Pires de Aguiar, Lucka Rafael Saballa, Mateus Görski Brasil e Tayline Weber dos Santos, que contaram com o apoio criativo de Joana Martins Kuhn durante a pré-produção. O documentário traz à tona histórias de diferentes artistas da Região Metropolitana de Porto Alegre, em que os próprios atores contam suas experiências, suas áreas de atuação e os efeitos causados pela pandemia à sua realidade.  “É um registro íntimo que busca perspectivas e reflexões a respeito do papel da arte em um período tão delicado. Também explora, através de depoimentos pessoais, o que essa ligação com a arte pode revelar sobre aspectos sociais, econômicos e antropológicos”, pontua Gabrielly.
Para evitar aglomerações e seguir as restrições de isolamento social, o grupo instruiu os participantes a realizarem suas próprias gravações, com base nas questões técnicas e estéticas definidas para a produção. Todos utilizaram equipamentos pessoais para a captação de imagens e áudio, como smartphones, câmeras fotográficas e fones de ouvido, improvisando também elementos de apoio, como tripés e componentes para o cenário, como livros, lâmpadas led e decorações, entre outros.
Gabrielly diz que produzir e gravar um documentário é arquivar um momento histórico, que está afetando todos e que trouxe importantes aprendizados a ela e a seus colegas. “Por mais doloroso que seja, poder registrar as diferentes perspectivas desse período é importante para que as pessoas envolvidas sejam honradas, as futuras gerações tenham acesso a esses registros e possam reformular sua visão no que diz respeito à valorização artística”, reflete. “Para a produção, foi necessário que a comunicação entre a equipe e os participantes fluísse muito bem. Poder utilizar câmeras e construir um set teria sido interessante, mas neste momento notamos como a arte é adaptável e vem primeiramente de dentro de nós”, complementa.
Para André Conti, o semestre também trouxe ensinamentos aos professores, já que o audiovisual, como área que transita entre a arte e o entretenimento, precisa experimentar e extrapolar a razão de ser de um equipamento. A crise do coronavírus nos ensinou que videoconferência também pode ser fonte de material rico para produção e que orientar alguém a fazer imagens a distância também pode ser parte do nosso trabalho”, reflete. “O aprendizado é o da flexibilidade e da inovação. Os alunos tiveram uma amostra de que temos que ter jogo de cintura e, ainda assim, apresentar um trabalho com qualidade, diferente do que estamos acostumados a ver”, finaliza.
MOBILIÁRIO URBANO

Foi promulgado o projeto de lei que altera a lei do mobiliário urbano e inclui tela em fachada, luminosa ou iluminada, no rol de elementos de comunicação visual ou audiovisual possíveis de serem utilizados para transmitir anúncios ao público. A proposta, originalmente apresentada pela vereadora Mônica Leal, foi promulgada no Legislativo pois o prefeito a havia vetado. No entanto, o texto foi confirmado pelo Plenário da Câmara com rejeição ao veto, em votação realizada no último dia 24 de junho. Agora, conforme o projeto, a lei passará a permitir a colocação de “tela em fachada, luminosa ou iluminada, fixada sobre fachadas laterais de edificações, confeccionada em material apropriado para reprodução de imagens impressas ou por transmissão eletrônica, destinada à exibição de material publicitário ou artístico, ou de informação de utilidade pública, com área de exposição de mídia limitada à área total da fachada em que estiver instalada, podendo ser empenas ou empenas cegas, desde que não obstrua portas e janelas, salvo autorização expressa do condomínio para essa finalidade por período específico e com anuência dos condôminos registrada em ata, independentemente do gabarito da via ou da proximidade com bocas de túneis e viadutos.”

W3HAUS

A multinacional brasileira Stefanini anunciou a aquisição da Holding Haus, ecossistema de comunicação fundado em Porto Alegre e proprietário da agência de publicidade W3Haus, além das empresas Brooke, Caps, Huia, Hopo e Now3.

Maior empresa do grupo, a W3Haus tem 20 anos de presença no mercado e possui escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, além da operação na sede, na capital do Rio Grande do Sul. Entre os clientes atendidos pela agência estão O Boticário, Bauducco, Ambev, Petrobras, Santander, HBO e Panvel.

Apesar da aquisição, tanto a W3Haus como as demais agências do grupo continuarão operando de forma independente. O CEO da agência, Tiago Ritter, segue na função e também assume uma vaga no conselho da holding Haus. Sócio de Ritter, Alessando Cauduro também continua na operação, assim como os demais sócios minoritários do grupo: Fernanda Tegoni, Guilherme Natorf, Larissa Magrisso e Rafael Macedo.

Com a negociação, Chico Baldini, sócio-fundador da agência, deixa o grupo. Ele, que já estava em um ano sabático, decidiu se dedicar de maneira integral a outras atividades que já vinha desenvolvendo, como as artes plásticas.

“Durante 20 anos caminhamos com nossas próprias pernas, mas, para os próximos 20, estamos buscando mais musculatura. E tem a questão de a Stefanini ser um grupo brasileiro e que valoriza o empreendedorismo”, pontua Ritter. Segundo ele, a Haus já teve oportunidades de se unir grupos internacionais, mas faltava sinergia de pensamento e de valores.

Além da Haus, fazem parte do hub de marketing digital da Stefanini as empresas Gauge, Inspiring e a romena Infinit.

De acordo com o diretor de novos negócios do grupo, Guilherme Stefanini, a aquisição da Haus acontece em momento de crescimento da companhia, que visa expandir seu faturamento inicial em 20 vezes nos próximos dois anos, e reforça a capacidade de apoiar os clientes na cocriação de soluções digitais.

GRUPO RBS

Painel Atualidade estreia com análises do cenário econômico do Estado
Semanalmente, das 9h às 10h, novo quadro entrevistará representantes da indústria, do comércio, de serviços e do agronegócio para debater a crise provocada pelo coronavírus
Com o objetivo de provocar o debate e estimular a busca por alternativas que ajudem a minimizar o impacto negativo na economia do Rio Grande do Sul diante da crise causada pelo coronavírus, a Gaúcha<https://gauchazh.clicrbs.com.br/> vai dedicar mais um espaço da programação para, semanalmente, ouvir representantes de setores econômicos do Estado. Essa é a proposta do Painel Atualidade, que estreia nesta quarta-feira (15), e irá ao ar semanalmente, das 9h às 10h, com entrevistas que englobam indústria, comércio, serviços e agronegócio.
O primeiro episódio vai debater os impactos da crise na indústria. Para falar sobre o tema, o Painel contará com a participação do CEO da Usaflex, Sergio Bocayuva, e do diretor-geral da CMPC no Brasil, Mauricio Harger. O bate-papo será transmitido também por meio de uma live em GaúchaZH<https://gauchazh.clicrbs.com.br/>, e a ideia é que os entrevistados analisem o cenário econômico a partir de uma rodada de perguntas.
A Gaúcha vem buscando o equilíbrio entre todos os temas que a crise envolve, da saúde à economia. E, neste momento em que a situação se agrava no Estado, é importante abrir ainda mais espaço para debater as soluções para os diferentes setores do Rio Grande do Sul. O Atualidade, com a audiência importante que tem, propõe essa discussão a partir do olhar de entrevistados reconhecidos em suas atividades – destaca a editora-chefe da Gaúcha, Andressa Xavier.
A novidade seguirá o modelo do Jornalismo de Soluções, aposta da RBS<http://www.gruporbs.com.br/> em uma prática com foco na resolução e no desenvolvimento do Estado. Mais do que apontar e diagnosticar problemas, a iniciativa busca abrir amplos espaços para o debate de soluções por meio da visibilidade de diferentes visões e exemplos e da análise de dados.
Painel Atualidade será mediado pelo apresentador Daniel Scola.

BAND

A Band anunciou para suas afiliadas que Mariana Godoy estreará no próximo dia 20 à frente do programa Você Aqui na Band, que substituirá o Aqui na Band. Em e-mail às afiliadas, a rede pediu reforço das equipes regionais para gravarem boas-vindas à nova apresentadora. A emissora, no entanto, ainda não confirma o nome nem a data de estreia do novo matinal.

De acordo com um comunicado enviado às afiliadas da Band e obtido pelo Notícias da TV, foi requisitada a ajuda das regionais para o envio de materiais que vão compor o novo formato do Aqui na Band.

“Neste primeiro momento, precisamos que nos atendam com três solicitações que podem começar a ser produzidas e enviadas para a coordenação de rede ao longo da próxima semana. Um povo-fala para dar boas-vindas para a apresentadora Mariana Godoy, idealmente [feito] numa externa, num cartão postal urbano”, recomendou a direção do programa.

“Sugestão de texto: Mariana! Que legal ter ver no Você Aqui na Band! Eu também tô na Band aí com vocês/ligado(a) no programa/ juntinho(a) e daqui de (nome da cidade) tô desejando boas-vindas e bom programa pra você”, completa o primeiro pedido.

Após a demissão de Luís Ernesto Lacombe, do criador e diretor-geral do programa Vildomar Batista e o afastamento da apresentadora Nathália Batista, o único integrante da atração a ser preservado foi o chef de cozinha Dalton Rangel.

A nova direção solicitou que as regionais também encontrem donas de casa para gravar vídeos delas mesmas preparando o almoço da família, para interagir com o cozinheiro. Foi instruída que as mulheres desconhecidas se gravem abrindo panelas e contando quem irá comer com elas.

“Agora eu quero ver o que você vai ensinar a gente a fazer hoje, Dalton! Eu adoro suas receitas”, sugere as instruções da Band como falas “espontâneas” dessas personagens.

Mistura de jornalismo com entretenimento, o Você Aqui na Band pretende mostrar histórias de microempreendedores que estão conseguindo vencer a crise devido à pandemia do coronavírus (Covid-19).

“Vamos descobrir por todo o Brasil histórias exemplares de gente que não se rendeu às dificuldades deste período que vivemos. Bordados, coaching, aulas virtuais, marmitas fit. Vamos ressaltar a criatividade do brasileiro e inspirar nossos telespectadores que estão em dificuldade”, explica o comunicado.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a emissora não confirmou que o novo nome Você Aqui na Band, nem cravou a data de estreia para o dia 20 de julho conforme o comunicado enviado às praças regionais.

GLOBO

A Globo decidiu esnobar a reta final dos campeonatos estaduais de todo o país e definiu o retorno do Globo Esporte como programa solo só para 3 de agosto, em uma preparação para o início do Brasileirão 2020, marcado para o fim de semana dos dias 8 e 9 do próximo mês. Desde 16 de março, o esportivo tinha sido transformado em um quadro exibido dentro dos jornais locais –em São Paulo, por exemplo, o apresentador Felipe Andreoli tem aparecido no SP1 ao lado de César Tralli.

As mudanças na grade tinham sido provocadas tanto pela ampliação da cobertura do coronavírus quanto pela suspensão das principais competições no Brasil e no mundo. Mesmo com o retorno da bola aos gramados (em países da Europa e no Rio de Janeiro), a troca ainda não foi desfeita.

Com isso, assim como a reta final do Campeonato Carioca (encerrado na noite de ontem), os retornos do Paulistão (marcado para o dia 22) e do Campeonato Mineiro (no dia 26) não terão um programa para chamar de seu, apenas o quadro no SP1. Mas o Globo Esporte já terá voltado para abordar as duas partidas da final do torneio paulista, marcadas para 5 e 8 de agosto.

A volta do GE não terá alterações no formato: seguirá com a mesma duração que tinha em março e os mesmos apresentadores nas versões estaduais.

A decisão da Globo de adiar a volta do Globo Esporte até agosto teve como principal motivo a audiência. A avaliação na emissora é a de que a dobradinha entre Felipe Andreoli e César Tralli está funcionando, e o público que não gosta de esporte não migra para outro canal, porque sabe que o noticiário local/estadual continua ao final do GE enxuto. Como não há troca de público, a Globo não oscila no Ibope.

A audiência do SP1 atualmente tem girado na casa dos 11 pontos na Grande SP, às vezes 12. Antes do novo coronavírus, 11 pontos era o máximo que alcançava. A maior diferença mesmo é que, sem a quebra do esporte, a ligação entre os telejornais locais e o Jornal Hoje tem sido mais suave. O telejornal de Maju Coutinho, que antes da quarentena rendia 80% da audiência do SP1, agora tem perdido bem menos, apenas décimos.

Assim, a distância para a Record, que via o Balanço Geral registrar mais de 10 pontos de média no ano passado, aumentou. Hoje, o BG sofre para dar 7 pontos. Em junho, a Record respondeu com a recontratação de Reinaldo Gottino. Sua audiência aumentou, mas ainda está longe dos dias áureos.

A pandemia acabou resolvendo temporariamente um problema para a Globo: o Se Joga. O programa era freguês do quadro A Hora da Venenosa, do BG, e perdeu seu espaço para o Hoje. Resultado: o quadro de fofocas nunca mais ganhou da Globo na faixa das 14h. Só em seus 15 minutos finais, contra a Sessão da Tarde.

ORBIT DATASCIENCE

Um dos principais achados do estudo da empresa especializada em data science e data intelligence Orbit sobre o que os brasileiros desejam fazer assim que a quarentena acabar é que eles desejam agradecer a Deus.

A tendência de buscar na religiosidade algum tipo de suporte para os efeitos dramáticos da pandemia foi crescendo ao longo dos meses de isolamento, até que “Agradecer a Deus” se transformou na maior vontade da população pós- quarentena.

O estudo registrou ainda crescimento de desejos como o de ir a um show, frequentar restaurantes, fazer uma tatuagem e ir à praia a partir do mês de Maio, quando o período de isolamento nas principais cidades brasileiras já durava 2 meses.

“O estudo mostra que os brasileiros foram mudando suas expectativas durante a quarentena. No início, quando as consequências do coronavirus ainda eram pouco previsíveis, as pessoas manifestavam mais o desejo de abraçar familiares e rezar pelo fim da pandemia. Já em meados de maio isso muda, e os brasileiros passam então a manifestar o desejo de retomar hábitos que devem levar mais tempo para voltarem à rotina dos brasileiros, como o de ir a um show, frequentar bares e festejar com os amigos”, explica Caio Simi, sócio-fundador e CEO da Orbit.

 

FACEBOOK

O Facebook quer contribuir para a recolocação de profissionais de marketing e publicidade que perderam seus empregos na crise da Covid-19. O lançamento do projeto “Rise” (ascender) marca o movimento no Brasil, com treinamentos e ferramentas para capacitar profissionais de agências de publicidade.

O objetivo é contribuir com recursos e conhecimentos para que eles se recoloquem e entrem no mercado de trabalho. O programa tem início em julho, se estende até dezembro e vai oferecer treinamentos em uso de plataformas sociais, conversas inspiracionais e também práticas de autocuidado. Entre os recursos oferecidos estão treinamentos obrigatórios para funcionários do Facebook, como o curso “Gerenciando Viés Inconsciente” e também certificações do Blueprint, patrocinadas pela empresa.

“A missão do Facebook fala sobre comunidades e esses profissionais são parte de um grupo, de um ecossistema, extremamente importante para nós – a comunidade de profissionais de agências de publicidade”, destaca Débora Nitta, head de agências do Facebook no Brasil.

O projeto conta com um site (fb.me/RiseFB/news)  onde os profissionais poderão se inscrever e visualizar todo o conteúdo do programa, assim como uma Página no Facebook para compartilhar os recursos e também um Grupo de discussão entre os participantes. Entre os apoiadores do projeto estão o Clube de Criação, Grupo de Atendimento, Grupo de Mídia e Grupo de Planejamento de São Paulo.

“O Rise é parte do nosso compromisso com o Brasil e, em especial, com as pessoas da indústria de marketing – queremos contribuir e oferecer recursos para que esses talentos consigam se recolocar, ou até mesmo, entrar no mercado de trabalho”, finaliza Débora.

GOVERNO FEDERAL

O governo federal prevê gastar R$ 30 milhões com campanha publicitária para divulgar ações da administração Jair Bolsonaro (sem partido) e apresentar ações para “retomada do País, reduzindo os efeitos deixados pela crise da pandemia do coronavírus”.

O Diário Oficial da União da segunda-feira (13) trouxe o extrato de um termo de execução descentralizada entre a Secretaria de Comunicação (Secom) e o Ministério da Saúde.

O documento foi assinado na quinta-feira (9) por Samy Liberman, secretário especial de Comunicação Social, e Antônio Élcio Franco Filho, secretário-executivo de Saúde e prevê que a campanha fosse veiculada de domingo até o dia 31 de agosto.

Na prática, a campanha será desenvolvida pelas agências de propaganda contratadas pelo Ministério da Saúde, sob a supervisão da Secom.

A reportagem procurou a Secretaria de Comunicação, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. De acordo com o termo, o extrato desta segunda trata da continuidade da execução de campanha publicitária que já está em desenvolvimento. O documento informa que existe orçamento aprovado para a ação.

A Secom pediu a liberação ainda neste ano de R$ 325 milhões para gastar em publicidade e em relações públicas para tentar melhorar a imagem do governo Jair Bolsonaro no País e no exterior, como mostrou o jornal Folha de S.Paulo em 5 de julho.

O valor é mais do que o dobro previsto no atual orçamento de 2020 para ações de comunicação, cerca de R$ 138,1 milhões. A Secom justifica o pedido por mais recurso sob o argumento da pandemia do novo coronavírus.

“A continuidade da campanha publicitária justifica-se pela necessidade de renovar as esperanças do brasileiro para que voltem a acreditar no Brasil com otimismo, vislumbrando um futuro melhor; mostrar que a retomada ao trabalho e à vida social se dará com segurança, respeitando os cuidados básicos de higiene e distanciamento; e apresentar as realizações do governo federal na superação da pandemia”, diz a justificativa do Termo de Execução Descentralizada nº 6/2020.

Desde o início da pandemia, campanhas publicitárias do governo federal se tornaram alvo de polêmica. Em 1º de julho, Bolsonaro divulgou uma propaganda em que ele conversa, por telefone, com pessoas cujos rostos estão disponíveis em bancos de imagens. Uma das fotos, inclusive, já ilustrou outra campanha do governo.

À época, o Palácio do Planalto disse que o vídeo era uma “peça piloto inacabada” e que ela foi retirada do ar. Em março, a controvérsia foi em torno da campanha “O Brasil não pode parar”, criada pela presidência para respaldar o discurso de Bolsonaro de reabertura do comércio.

À época, a Advocacia-Geral da União (AGU) citou nota técnica da Secom que afirmava que o vídeo vazado era uma peça “meramente experimental e não aprovada”, sem custos aos cofres públicos. A peça foi posteriormente vetada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal.

ARGENTINA

Ao menos três empresas do setor automotivo anunciaram, nas últimas duas semanas, o fechamento de fábricas na Argentina e a migração das operações para o Brasil. Primeiramente foram a Basf e a Axalta, companhias que produziam tintas e resinas para automóveis, a anunciar a migração na semana passada. Agora, a Saint-Gobain Sekurit, de origem francesa, fechou um acordo de demissão para seus 150 funcionários. A planta, especializada na produção de vidros para para-brisa, será incorporada pela subsidiária brasileira.

As decisões colocam em xeque a política industrial do atual presidente do país, Alberto Fernandez. A Saint-Gobain montou a fábrica em 2016 ao custo de 200 milhões de dólares, num acordo com o ex-ocupante da Casa Rosada, Mauricio Macri.

A Argentina não vive o momento de crise que sofreu entre os anos 1990 e 2010. No entanto, a deterioração dos fundamentos econômicos locais permanece. Ao início desta década, era possível comprar 1 dólar com menos de 4 pesos. Dez anos depois, são necessários 71 pesos para adquirir um mísero dólar, perfazendo uma desvalorização de 1.675% no período.

Após a publicação, a Saint-Gobain Sekurit enviou uma nota. Segundo a empresa, a suspensão temporária da produção para o segmento de OEM (vidro automotivo), necessária para garantir a sustentabilidade da empresa, não põe um fim da companhia francesa às operações na Argentina e mantém “seus ativos industriais na Argentina, na expectativa de uma possível retomada do mercado”. “A empresa permanece atuando no país, atendendo ao mercado de reposição. Além disso, parte dos volumes produzidos para o mercado OEM da Argentina foram transferidos para o Brasil, temporariamente. A Sekurit garante a continuidade das operações na Argentina, mantendo as atividades da unidade localizada em Tortuguitas, bem como seu compromisso com o mercado local”, afirmou.

CONCURSO

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) anunciou nesta terça-feira (14) a prorrogação do prazo para o Concurso em homenagem aos 50 anos do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil. O concurso foi lançado com o objetivo de premiar os melhores artistas nas categorias “Pintura” e “Escultura-Símbolo”. O certame será realizado com o apoio da Secretaria Estadual da Cultura (Sedac), pelo Instituto Estadual de Artes Visuais (IEAVi). As inscrições, que encerrariam no dia 10 de julho, foram prorrogadas até o dia 29 de julho.

A pintura artística e escultura-símbolo devem representar aspectos formais, simbólicos e identitários da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul. A inscrição no concurso é gratuita e aberta a artistas residentes no Estado.

Os vencedores receberão premiação financeira de R$ 15 mil; a pintura vencedora será exibida permanentemente na sede da Seapdr, em Porto Alegre. Já a escultura-símbolo será instituída como honraria da secretaria, cuja reprodução poderá ser concedida a pessoas ou instituições que tenham prestado relevantes serviços às atividades da Agricultura, Pecuária ou Desenvolvimento Rural.

DÍVIDA PAGA

A Band avisou a Globo no início desta semana que pretende quitar em setembro, se tudo correr como o planejado, a dívida que a emissora paulista tem com o canal carioca referente a direitos de transmissão licenciados entre 2014 e 2016. A dívida é o maior impedimento para a emissora voltar a mostrar futebol brasileiro.

A última parcela que será paga é de cerca de R$ 10 milhões. A Band conta com alguns planejamentos financeiros que devem entrar no caixa da emissora nos próximos meses e também prevê aumento de publicidade, já que existe uma movimentação do mercado para reforçar os investimentos em anúncios no último quadrimestre do ano.

A Band iria pagar essa última parcela em abril, mas a pandemia do novo coronavírus fez a emissora pedir adiamento à Globo. Por conta da situação excepcional, a emissora carioca atendeu — até porque ela também sofre com os eventos do Covid-19, tanto que reduziu pagamentos aos clubes do Brasileirão e entrou na Justiça para renegociar o contrato de direitos que possui com a Fifa.

As parcelas da dívida estavam sendo pagas desde o fim do primeiro semestre de 2019. O valor total, levantado pela reportagem, foi de cerca de R$ 135 milhões e é referente a repasses do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil e de campeonatos estaduais.

A Band parou de fazer os pagamentos, e consequentemente de mostrar o futebol nacional, em 2016, com exceção de algumas partidas de torneios amistosos, como a Flórida Cup.

A Globo exigiu algumas condições para fechar o acordo: o principal deles, que só voltaria a negociar com a Band após o pagamento integral da dívida. Esse, inclusive, foi um dos motivos pelos quais a Globo não liberou a exibição da Série B do Campeonato Brasileiro neste ano, mesmo com interesse da Band.

O pagamento total é visto como questão de honra na emissora paulista, pensando em passos futuros. O canal quer voltar a transmitir futebol nacional a médio prazo — de olho no aumento de faturamento e de audiência.

Vale ressaltar que, apesar da dívida, as duas emissoras ainda têm uma boa relação e o acordo só impede negócios para torneios nacionais. A dupla possui, por exemplo, um contrato de licenciamento para torneios de base da Fifa no atual ciclo, que contemplou também a Copa do Mundo Feminina, realizada no ano passado.

Na Globo, também existe uma boa expectativa para o pagamento. A emissora carioca sempre deixou claro que queria uma parceira para dividir transmissões em TV aberta, principalmente do Campeonato Brasileiro, em que desembolsa um alto valor. O licenciamento é uma forma de desafogo financeiro.

VINHOS

Isolado em casa, o brasileiro mudou alguns hábitos de consumo, resultando em um crescimento sem precedentes de algumas categorias. E, entre as bebidas alcoólicas, a mais beneficiada foi a de vinhos e espumantes, cujas vendas cresceram 12% entre janeiro e maio de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019 – um desempenho que surpreendeu até mesmo especialistas na área e empresários do setor.

A notícia foi especialmente boa para o produto nacional, que viu uma expansão nas vendas de 15%, acima da média geral, enquanto os importados, impactados pela alta do dólar, tiveram um avanço mais discreto, de 5%. O crescimento veio na esteira de uma ampliação do consumo per capita: depois de uma década chegando próximo a 2 litros por ano, o País superou essa marca pela primeira vez em 2019.

À medida que a gravidade dos efeitos na pandemia foi ficando mais evidente, o setor passou a enfrentar outro problema: a disparada no preço dos importados. É uma questão que afeta diretamente os grandes e-commerces e clubes de vinho, que basicamente trabalham com rótulos estrangeiros.

As vinícolas de pequeno e médio porte, que estão fora dos principais sites e das grandes redes de supermercados, demoraram para recuperar as vendas depois do início da pandemia.

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