NOTAS DA SEMANA – 16.04.2021

ENTREVISTA MARÍLIA BRESSANI

  • Quem é Marília?

Sou uma pessoa otimista, inquieta e comprometida.

Como boa virginiana, gosto de tudo certinho, organizado e sou muito crítica, principalmente comigo.

Sou graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, Publicidade e Propaganda e Jornalismo pela UFRGS e pós-graduada em Marketing pela ESPM.

Logo no início da faculdade fui em busca de um trabalho na área – acabei me encontrando na mídia e, assim, definindo a minha profissão como publicitária.

Durante os 5 anos que atuei como mídia, me engajei no Grupo de Mídia e fui reconhecida com o Prêmio Adão Juvenal de Souza, da ARP, em 1984.

Em 86 entrei para a Globo, onde estou até hoje – agora, como Executiva de Negócios.

Acredito muito na força dos grupos. Em 2004, junto com outros colegas de atendimento de veículos, reerguemos o Grupo de Atendimento de Veículos, o GAV, que estava “adormecido”. Fui presidente por dois mandatos e sigo como conselheira, num GAV que hoje é referência no mercado gaúcho como um dos principais grupos de profissionais da propaganda.

Em 97 recebi o prêmio de Atendimento de Veículo no Salão da Propaganda da ARP e em 2019 fui finalista para o mesmo prêmio.

Sou casada há 40 anos com o Cidinho, mãe do Vini (meu orgulho) e da Sofia (minha cachorrinha), mas nunca deixei de buscar minha realização profissional e pessoal.

Considero que venci: tenho uma família linda, uma carreira consolidada e muitos amigos conquistados ao longo da vida.

Adoro uma festa, viajar, experimentar novos sabores, boa comida, bons vinhos e compartilhar a vida com as pessoas que eu amo.

  • Como é ficar 35 anos na mesma Empresa, no caso, a Globo?

35 anos numa mesma empresa pode parecer monótono, mas na Globo não é!

Entrei em 86, convidada pelo Rigoberto Gruner, então gerente do escritório da Globo no Sul. Até então eu havia trabalhado como mídia em várias agências, por 5 anos. Na Globo, comecei como assistente comercial e dois anos depois fui promovida a gerente de Opec. Após 5 anos na retaguarda, surgiu uma vaga no atendimento, para ir para a linha de frente, e eu aceitei o desafio que me foi proposto.

A paixão pelo negócio só cresceu. Os desafios também! Desde janeiro de 91 me dedico a função de Executiva de Negócios, onde nunca um dia é igual ao outro. Cada cliente tem uma necessidade, cada agência tem o seu jeito, cada profissional te exige de uma forma diferente e os relacionamentos são cada vez mais importantes.

Nestes 35 anos a Globo não parou. Foram muitos modelos de atendimento e mudanças na gestão, que exigiram muita resiliência e recomeços. Muitos treinamentos e aperfeiçoamentos – alguns proporcionados pela Globo, outros tantos pela minha vontade de aprender, participando de cursos, seminários, palestras e a Especialização em marketing pela ESPM.

A cada período, uma nova Globo surgia. Mas as maiores mudanças ocorreram nos últimos 15 meses, com a fusão dos negócios de TV aberta e paytv, e a transformação em mediatech.

Hoje temos uma Globo mais dinâmica, onde os “nãos” viraram “sims”, ou no mínimo um “talvez”. É mais difícil, porque as respostas não estão prontas, mas é muito bom e estimulante!

São novos desafios todos os dias, mas, mesmo depois de 35 anos, continuo com o mesmo gás, vontade de acertar e tendo prazer em ver os resultados do meu trabalho nas telas, com clientes satisfeitos transformados em parceiros de negócios.

  • O mercado se retraiu ou conseguiu superar este momento?

Não está fácil pra ninguém!

O mercado ainda engatinhava após a crise de 2016 quando veio a pandemia. De um dia para o outro vimos lojas fechadas, indústrias paradas, falta de matéria-prima, e o mercado tentando se ajustar às mudanças. Aos poucos, as coisas vão se adaptando. O último trimestre de 2020 já mostrou uma recuperação e as empresas mexeram em suas rotinas para atender a este novo momento.

Creio que este ano o mercado deve chegar aos patamares de investimento de 2019, para voltar a crescer em 2022. Mas tudo será diferente – todos tiveram que ajustar sua forma de atuação para sobreviver nestes novos tempos.

Apesar de tudo, temos que considerar que o Brasil é um grande mercado de 200 milhões de habitantes, que precisam comer, beber, se vestir, se divertir, mesmo que de um jeito novo. As empresas que souberem entender este novo momento, se adaptarem e não deixarem de investir, serão as primeiras a se recuperar e, muitas delas, até crescer!

  • A liderança da Globo em audiência facilita ou dificulta o relacionamento com o mercado?

Mais facilita do que atrapalha, apesar de muitas pessoas torcerem pelo mais fraco. A Globo, como um dos maiores players do mercado, fica sempre na alça de mira da concorrência e da torcida do contra. Mas, num momento como o atual, em que cada centavo tem que ser bem investido e trazer rentabilidade, acredito que os números da Globo ajudam muito.

Com certeza o “sobrenome” Globo abre portas – sempre abriu. Agora, com as soluções integradas entre TV aberta, paytv, digital, streaming, conexão de dados, performance, estamos cada vez mais relevantes para os clientes na hora de pensar em comunicar as suas marcas com eficiência.

Quanto mais técnico for o cliente, melhor para a Globo, porque nossa venda é técnica, baseada em dados e resultados.

QUEM ERROU ?

Mais de 30 fornecedores sem receber.

Autorizações sem nenhuma observação.

Sacs e empenhos pelo valor autorizado.

E-mails avisavam as agências que deveriam seguir a determinação de 2019.

Nenhuma nota foi glosada há 130 dias quando foram enviadas.

90 dias após a emissão das notas e com atraso do dia do vencimento alguém sinalizou que poderia estar errado.

Por erros que não foram dos fornecedores o pagamento está trancado.

Não existem culpados, existem lesados.

O bom senso deve imperar.

Basta!!!

LEBES

Na quinta-feira (15) a Lojas Lebes fez uma grande Live em suas redes sociais para divulgar a nova Coleção Outono/Inverno.

A apresentadora da RBS Cris Silva conversou com as influenciadoras de moda Pam Zottis e Cris Azambuja, e com a especialista em Estilo da Lojas Lebes, Daiana Flores, sobre as tendências da nova estação e as peças que estão chegando nas filiais da rede.  

A nova coleção, pensada pelo time de Moda e Estilo da Lebes,aposta no conforto e na comodidade, trazendo looks em uma pegada esportiva e modelagens maleáveis. As cores, que vão dos tons mais suaves aos terrosos e neutros, valorizam o visual, mostrando que é possível mesclar conforto e estilo. A coleção inclui também peças modernas que ajudam a compor looks despojados.

E para divulgar as roupas da nova estação, o time de Marketing da Lebes criou o conceito “A natureza de se vestir bem”, que explora a espontaneidade e a individualidade como elementos-chave para se estar na moda.

É com esse objetivo que se desenvolve toda a campanha, inspirada na tendência Urban Jungle, que aproxima a natureza e o urbanismo. Esse movimento, que virou febre nos feeds do Instagram, faz referência à invasão das plantas e verdes na composição da decoração e dos lares dos clientes, especialmente no momento da pandemia. Nesse mood de conectividade com a natureza, a campanha aconteceu em um cenário clean, sofisticado e artesanal, perfeito para destacar e emoldurar a nova coleção, que traz o aconchego e a simplicidade como peças fundamentais.

Todas essas novidades podem ser vistas, em primeira mão, na Live do dia 15, que será transmitida pelo Facebook e pelo Instagram @lojaslebes, às 20h.  A moda Lebes também poderá ser conferida depois na revista LModa, nas lojas físicas e nos fashionfilms veiculados nas redes sociais da rede.

E21

No ano em que completa meio século de existência, a Tuper – uma das maiores transformadoras de aço do Brasil, sediada em São Bento do Sul (SC) – apresenta sua nova marca ao mercado. A data escolhida para o anúncio, 9 de abril, não poderia ser mais apropriada: trata-se do Dia Nacional do Aço. Matéria-prima que possibilitou o surgimento e impulsionou o crescimento da empresa, que hoje pode transformar 826 mil toneladas de aço por ano. O faturamento da Tuper em 2020 foi de R$1,3 bilhão.

Modernização da marca para celebrar o cinquentenário da Tuper

A renovação da marca é um dos eventos planejados para tornar o ano do cinquentenário ainda mais memorável. Com isso, a Tuper se junta a um grupo de grandes empresas que já passaram pelo chamado rebranding. Com o envolvimento de toda a diretoria e conduzido pela área de Marketing, em parceria com a Agência de Multicomunicação e21, o projeto modernizou o design da marca, sem perder a conexão com referências importantes na história da Tuper.

O vermelho, cor tradicional da marca, ganhou mais corpo e peso, transmitindo a ideia de sobriedade. O novo design facilita a leitura das letras, com contornos mais sinuosos e marcantes, e adequa a estrutura ao ambiente digital. Como resultado, mais personalidade e o reforço de conceitos associados à Tuper, como inovação, tecnologia e dinamismo.

A nova marca da Tuper simboliza, assim, a modernização da empresa e a busca por novos desafios e oportunidades de negócios. A apresentação ao mercado envolve a campanha “A gente transforma o aço e o aço transforma você! ”. O objetivo é mostrar o quanto essa matéria-prima faz parte do cotidiano de todos, pois está nos carros, nos transportes coletivos, nos prédios, nas pontes, nos elevadores, nas escadas rolantes, nos eletrodomésticos, nos móveis e em muitos outros lugares. A Tuper é, assim, uma marca presente no dia a dia dos brasileiros.

Novo hub de conteúdo da Tuper estará no ar em breve

A a Tuper lançará em breve sua nova plataforma digital, com ênfase na exploração do grande conteúdo técnico que gera em seus diferentes mercados de atuação. Assim, a empresa pretende adotar uma nova postura na web, lançando um novo portal de conteúdo com atualizações e interações constantes totalmente alinhadas com suas redes sociais. O projeto está sendo desenvolvido pela e21, em parceria com a BASE Digital.

Tuper, uma das maiores processadoras de aço do Brasil

O crescimento da empresa ocorreu, ano após ano, com base em inovação, tecnologia, equipe qualificada e diversificação. Hoje, a Tuper possui três plantas industriais, com área fabril total de 120 mil m2. São 21 Centros de Distribuição em 17 estados. O desenvolvimento constante levou a Tuper a conquistar um altíssimo padrão de excelência em todos os mercados em que atua: Indústria, Construção Civil, Automotivo, Escapamentos Aftermarket, Máquinas e Implementos Agrícolas e Rodoviários, Óleo e Gás, entre outros.

“Tivemos até aqui uma trajetória repleta de desafios, que superamos com muito trabalho e dignidade”, lembra o CEO, Frank Bollmann. “A renovação da marca simboliza o quanto a Tuper está pronta para o futuro, que certamente será repleto de desafios, mas também de muitas oportunidades”, relata o CEO. Em 2016, a ArcellorMittal adquiriu 40% do capital social da Tuper, dando início a uma associação estratégica que trouxe vantagens para ambas as organizações. Com isso, a empresa expandiu ainda mais seus negócios, consagrando-se como uma das maiores processadoras de aço do país.

SBT

Em março de 2021, o SBT em Porto Alegre garantiu a vice-liderança isolada na média das 24 hrs. Com um crescimento de 9%, a emissora marcou 3,6 pontos, contra 2,6 da terceira colocada e 14,1 da primeira. No período matutino, no ar das 6h às 12h, o SBT cresceu 1% e manteve-se na vice-liderança com 2,8 pontos, contra 1,8 da terceira colocada e 8,0 da primeira. Já no período da tarde, a emissora obteve um crescimento de 6%, alcançando a vice-liderança com 4,1 pontos, contra 3,8 e terceira colocada e 15,3 da primeira.

Na faixa noturna, a emissora garantiu a vice-liderança com um crescimento de 16%, marcou 4,9 pontos, contra 4,4 da terceira colocada e 25,8 da primeira. A emissora gaúcha permanece na vice-liderança na faixa horária da madrugada, das 24h às 30h. Nesta faixa, obteve 2,6 pontos, contra 0,7 da terceira colocada e 7,2 da primeira. Ainda nesta faixa, apresentou um crescimento de 13%. Vale lembrar que nas 24 hrs, em março de 2021, a emissora atingiu 2,6 milhões de telespectadores.

Confira abaixo o desempenho dos programas locais:

-O Anonymus Gourmet garantiu a vice-liderança isolada com 4,3 pontos, contra 1,5 da terceira colocada e 17,0 da primeira. O programa alcançou 353 mil telespectadores no mês de março.

– O Masbah! se manteve na vice-liderança com 4,3 pontos, contra 1,1 da terceira coloca e 14,9 da emissora líder. O programa atingiu, em março, 370 mil telespectadores.

– SBT Rio Grande 2ª edição cresceu 12% e cravou 4,0 pontos em audiência. Em março, alcançou 575 mil telespectadores.

– O SBT Rio Grande, no mês de março, cresceu 6% e obteve 4,0 pontos de audiência. No mês em questão, alcançou 1 milhão telespectadores.

Fonte: Kantar IBOPE Media – MW – Dados Domiciliares e Individuais – Porto Alegre (Rat% e Cov#) – março/21 – Dados arredondados com 1 casa decimal.

WEBINAR: O POTENCIAL DA TV CONECTADA NO BRASIL

A definição de “TV” está mudando. Vemos que as pessoas ao redor do mundo estão migrando da TV linear ao streaming. O esforço para estar mais conectado deve-se à variedade de conteúdos de vídeo sob demanda disponíveis, e poder assistir ao que quer, na hora que quer. Não por acaso, o isolamento social, provocado pela pandemia de Covid-19, potencializou o consumo de conteúdo dos aplicativos embarcados nos devices, sejam eles gratuitos ou pagos.
Em parceria com a Nielsen, a Smartclip Spain and LATAM fez um estudo sobre a penetração da TV Conectada no Brasil, trazendo informações sobre a relação do consumidor com os anúncios veiculados. Lilian Prado – Managing Director Smartclip, Stephanie Castus- Measurement Client Lead / Nielsen e Marco Frade – Head Media, digital & CRM / Diageo apresentarão para o mercado, não apenas tendências, mas o que já é realidade sobre TV Conectada, expansão do consumo e oportunidades no Brasil e no mundo!
Webinar: O Potencial da TV Conectada no Brasil

DIA 22/04 às 10h Inscrições gratuitas através do link: https://lnkd.in/gA2XVnQ

BIA, SUA IMBECIL

O paredão não era dos mais polêmicos. Em uma disputa entre Arthur, Fiuk e Thaís, quase todos telespectadores já sabiam que a dentista sairia pela porta da frente. Já o crossfiteiro e o cantor teriam a oportunidade de fazer as pazes e continuar com sua trama (bem sem graça) no programa. Mesmo já sabendo o que iria acontecer, me sentei no sofá e esperei ansiosamente pelo boa noite do Tiago.

Com milhões de fãs pelo Brasil, essa edição já é a que mais lucrou na história. Cheia de parcerias, a receita do programa pode chegar até R$ 522 bilhões (IstoÉ). Segundo a tabela de preços disponível no site de Negócios da Globo, o comercial de 30 segundos para o mercado nacional custa R$ 508 mil. O interesse é tanto que existe até uma fila de anunciantes – esperando a oportunidade de aparecer no intervalo do programa de maior sucesso atual.

Nesta última terça, enquanto me preparava para ver a eliminação, duas propagandas, entre as dezenas que apareciam para mim, me chamaram a atenção.

A primeira delas, do Nescau, beira a genialidade. O filme de 45 segundos divide a tela em dois: de um lado, por meio de fotos em diferentes idades, acompanhamos a vida de Safira, uma mulher transexual. As cenas são lindas e emocionantes e mostram a trajetória de transição dessa mulher incrível. Por outro lado, enquanto mais de 20 anos se passam na vida de Safira, a tela mostra um canudo no fundo do mar. A vida marinha acontece em volta dela, e o canudo – como já se sabe – não se decompõe. No final, a mensagem aparece na tela: “Se o canudo não muda, a gente muda o canudo. Agora, o Nescau tem 100% de canudos de papel”.

Ora, mas há quanto tempo já não sabemos que o plástico é um dos materiais mais poluentes que existem?

A outra propaganda que é marcante é a do Bradesco. A peça publicitária fala que, a partir de agora, a BIA (inteligência artificial do Bradesco) não vai aceitar mais nenhum tipo de assédio em seu chat. Pelo contrário: vai sempre se posicionar de maneira enfática sobre as agressões. O objetivo é mostrar que as mulheres não se calarão para nenhum tipo de assédio. O primeiro exemplo real de xingamento que o filme traz é “Bia, sua imbecil”.

Mas que atire a primeira pedra quem nunca quis chamar seu banco de imbecil. Ainda mais lidando com respostas padronizadas de robôs artificiais. Em 2020, enquanto a maioria dos brasileiros lutava para poder botar um prato de comida na mesa, o Bradesco atingiu um lucro de 16,5 bilhões – segundo balanço da própria empresa. O valor é 26,7% menor do que em 2019, mas podemos concordar que é uma quantia indecente.

Uma rápida pesquisa nos sites do Nescau e do Bradesco já mostra o compromisso que essas marcas estão tendo em expor suas ações. No caso da Nestlé, uma das primeiras informações que encontramos na página é que a nova política de canudos 100% de papel do Nescau – e com o objetivo de expandir esse projeto para todos os produtos da marca – vai gerar uma redução de 300 milhões de canudos de plástico no meio ambiente. Então, seguindo essa lógica, nós deveríamos ficar agradecidos pela Nestlé diminuir em 300 milhões os canudos que ela mesmo jogava no meio ambiente?

No caso do Bradesco, seu site nos mostra diversas iniciativas apoiadas pelo banco, que vão de projetos sociais em apoio à mulheres, questões de governança corporativa e reconhecimento de equidade de gênero dentro da empresa. Ótimas iniciativas! Mas, na prática, esse banco contribui para a luta das mulheres? Ou só reforça o sistema capitalista com base no patriarcado que oprimiu o gênero feminino ao longo da história?

Em um mundo cada vez mais conectado e consciente, parece óbvio que as empresas têm que se posicionar em questões sociais. E todo tipo de iniciativa é válida. O Nescau, por exemplo, trouxe a história de uma mulher trans para o horário nobre da televisão brasileira.

Já o Bradesco, mostra que as mulheres não vão se calar por anos de assédio e agressões.

O grande problema é que, no fim do dia, é impossível dizer se essas grandes corporações realmente se importam com essas causas ou só utilizam-se delas para fortalecer sua marca e poder atingir ainda mais o seu objetivo final: o lucro.

Representatividade importa e trazer essas questões para as grandes empresas já é um grande avanço na sociedade. Mas não podemos nos contentar e achar que só isso basta.

Não basta. Precisamos de ações mais contundentes de todas as empresas que se dizem preocupadas com questões sociais.

Senão, elas não estão fazendo nada mais do que suas obrigações.

(Lucas Dubin, Publicitário 25 anos)

GRUPO RBS

Independentemente de onde estiverem, milhares de gaúchos se conectam às principais notícias do Rio Grande do Sul e do mundo por meio de GZH. Alinhada à estratégia digital do Grupo RBS e ao compromisso firmado desde que foi lançada, em setembro de 2017, a marca vem evoluindo junto dos gaúchos e para os gaúchos, em uma busca constante pela melhoria da experiência de utilização e de novos formatos de entrega do produto, sempre acompanhando as transformações de hábito de consumo de informação, do jornalismo e do comportamento dos públicos. Como resultado, GZH encerra o primeiro trimestre de 2021 celebrando a conexão com os assinantes e usuários alcançando números expressivos e recordes em engajamento, carteira de assinantes e audiência.  

O desempenho é reflexo de uma busca permanente de evolução e constante acompanhamento das preferências e dos interesses da audiência. Essa estratégia tem como objetivo entregar produtos adaptados às necessidades e expectativas dos clientes. Exemplo disso é o novo plano de assinatura GZH Plus, lançado em fevereiro deste ano e desenhado em conjunto com usuários da plataforma.  

Trata-se de um produto premium que, além do acesso ilimitado ao site e ao super app de GZH, incluindo conteúdos do Pioneiro, oferece a edição digital de Zero Hora e os benefícios do Clube do Assinante e do plano família (modalidade em que é possível presentar um membro da família com acesso livre ao site e ao aplicativo e aos benefícios do Clube do Assinante).  

A nova oferta de pacotes fez o mix de vendas da modalidade premium triplicar, menos de dois meses após o lançamento. A estratégia contribuiu para a entrega de uma receita quase 4% acima do planejado para o trimestre, que encerrou com 35% de superação a meta de vendas do período. Além disso, em março, GZH atingiu a maior carteira de assinantes da sua história, com crescimento de 16% contra o mesmo mês do ano anterior. 

– Em tempos tão desafiadores, informação relevante e confiável nunca foi tão importante. GZH permite que nosso alcance se amplie e que estejamos perto de todos os gaúchos. O resultado das assinaturas digitais demonstra a confiança do público no nosso jornalismo e propósito, além apontar para a natural adoção das plataformas digitais como meio de consumo de informação – avalia a gerente-executiva de Marketing, Produto e Growth de GZH, Camila Leães. 

A confiança do público no trabalho desempenhado por GZH também resultou no recorde de engajamento dos assinantes durante o período: apenas em março, 97,4% dos usuários utilizaram os canais digitais da marca. Essa relação ficou evidente também nos dados de audiência do período. Nesse mesmo mês, um recorde histórico de audiência foi alcançado no aplicativo, com 30,7 milhões de visualizações. No trimestre, foram registrados crescimento de 15% no número de usuários ativos no app e de 27% de telas vistas em relação ao mesmo período de 2020. Analisando site e aplicativo, GZH entregou mais de 238,8 milhões de pageviews, mostrando crescimento de alcance e relevância.

A evolução do produto poderá ser percebida nos próximos dias também por meio da nova capa do site de GZH, que será atualizada na madrugada de quarta (14) para quinta-feira (15). A atualização foi elaborada em conjunto com os assinantes e tem o objetivo de entregar mais destaque às diferentes coberturas editoriais simultâneas, além de valorizar recursos audiovisuais, como fotos, áudios e vídeos, e priorizar a entrega e experiência dos usuários no mobile.

MARCAS DE QUEM DECIDE DIGITAL

A divulgação da pesquisa Marcas de Quem Decide 2021, promovida pelo Jornal do Comércio em parceria com a Qualidata, que aconteceu nesta quinta-feira, 15, “foi uma cerimônia pensada para o digital, conectada com os tempos atuais”, conforme Beatriz Moraes, diretora da Storia Eventos e Projetos que produziu e organizou o evento com a equipe de Marketing do JC. “A celebração das marcas gaúchas foi feita com segurança, com a mesma alegria e emoção dos últimos 23 anos, que foram presenciais.”

Uma das tradições das edições anteriores do Marcas de Quem Decide, a foto de equipes e líderes de empresas premiadas, não ficou de fora na versão online. No lugar do backdrop, uma galeria online onde, em tempo real, o público pôde produzir suas fotos acompanhando o evento. A cerimônia foi transmitida através do Youtube do JC diretamente dos estúdios da Cubo Filmes. Até agora, o evento foi assistido por mais de 2.500 pessoas, com muita interação do público.

VANPRO

Após o grave choque inicial causado pela pandemia, que produziu cenário de muita incerteza e pessimismo, com retração de serviços e de investimentos no setor de publicidade, a percepção atual é que quase a metade das agências conseguiu se adaptar ou encontrar um caminho para alcançar a plena adaptação à nova realidade do mercado. Esta é uma das conclusões da pesquisa VanPro, um importante termômetro atual dos negócios e da gestão das agências de publicidade em todo o País, realizada pelo sistema SINAPROS-FENAPRO, e que, nesta 3ª edição, fecha as sondagens realizadas em 2020 sobre o impacto da COVID-19 no mercado, contando com a participação de 320 empresas de 22 estados e do Distrito Federal.

Das agências que participaram da pesquisa, 47% já se recuperaram ou estão em vias de se recuperar ainda em 2021, sendo que 26% não tiveram redução de receita em 2020 e 21% foram impactadas, mas avaliam com muito otimismo o cenário atual e preveem que se recuperarão antes do final de 2021.

“O otimismo aumentou consideravelmente entre as agências que participaram desta última edição do VanPro, concluída em março deste ano, comparativamente à penúltima edição de setembro de 2020. Constatamos que 50% das agências avaliam o cenário como positivo, em comparação a 41% em setembro e 16% em maio”, destaca Daniel Queiroz, presidente da FENAPRO (Federação Nacional das Agências de Propaganda.

O número de agências que apontou a perspectiva como boa ou muito boa cresceu mais de 400%. As que acreditam que a perspectiva é muito boa são 16% das agências, indicando uma evolução em relação aos 3% verificados em maio de 2020, e aos 8% constatados em setembro. Os que avaliam as perspectivas como boas são 33%, comparativamente a 13% na pesquisa anterior, e os que preveem estabilidade representam 34% dos respondentes.

Contudo, a VanPro também mostra que 41% das agências participantes ainda se encontram em um processo mais desafiador de reposicionamento, indicando que, embora as perspectivas sejam boas, a recuperação deve vir somente a partir de 2022. Já 12% encontram-se em grandes dificuldades, avaliando que as perspectivas são ruins, com projeção de recuperação no prazo de mais de um ano e até com a possibilidade de interrupção das atividades.

“A VanPro de 2020 nos mostra uma categoria que enfrenta desafios de gestão com os novos formatos de trabalho e com as questões financeiras frente à conjuntura econômica, mas também mostra nossas fortalezas. Somos uma categoria com visão otimista, e a FENAPRO já atua em conjunto com as agências nesse desafio de transformação”, destaca Ana Celina Bueno, diretora da FENAPRO e que liderou a realização da pesquisa.


Impactos financeiros da pandemia

Do ponto de vista financeiro, houve um ajuste na avaliação dos impactos financeiros causados pela pandemia sobre as empresas. Na pesquisa de maio, apenas 7% haviam mantido ou aumentaram o faturamento. Em setembro, o número subiu para 33%, e, em março, se situou em 26%.

“Os resultados dos impactos financeiros da crise observados no fechamento de 2020 estão muito próximos daqueles observados em setembro de 2020, com leve tendência à piora. Isso, provavelmente, se deu pela perda de receita do último trimestre de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019 “, pondera Queiroz.

Ele explica que, apesar de ter havido uma leve piora nesse aspecto, a proporção de otimistas aumentou em mais de 20% em relação a setembro de 2020, subindo nove pontos percentuais, de 41% para 50%. Os pessimistas e os que não conseguem ver perspectivas caíram quase 30%, o equivalente a seis pontos percentuais, de 21% para 15%.

Embora as perspectivas de recuperação sejam mais favoráveis, ela levará mais tempo para acontecer. Atualmente, das agências impactadas financeiramente pela pandemia, 14% acreditam se recuperar em seis meses (versus 22% em setembro), 39% entre seis meses e um ano (contra 42% em setembro), 42% em mais de um ano (em comparação a 30% em setembro) e 5% não veem recuperação no patamar de receita, mesmo nível da pesquisa anterior.

Na pesquisa de setembro, a captação de recursos foi a principal dificuldade das empresas, seguida por lugar de relevância junto ao cliente, gestão de equipe e gestão financeira. Nesta nova pesquisa, a gestão de equipe vem em primeiro lugar (25%), seguida de gestão financeira (23%), relevância junto aos clientes (21%) e captação de recursos (19%).

O fato da gestão de equipe liderar as dificuldades das agências é um indicador da resiliência das agências durante a pandemia. “A gestão da equipe tornou-se o principal desafio das agências”, observa Queiroz, ao lembrar que esta é a primeira vez que isto lidera os desafios do setor entre as três pesquisas VanPro realizadas em 2020.

Com relação às demissões, 39% das empresas reduziram seus quadros em até 30% e 36% mantiveram o número de colaboradores.


Perfil das agências entrevistadas

O perfil predominante dos participantes da sondagem VanPro é deagências full-service (95%), com equipe de até 20 pessoas (64%). A maioria das empresas têm mais de 20 anos de existência (40%) ou entre 11 e 20 anos (38%). Mais de 87% delas é associada ao Sinapro (Sindicato das Agências de Propaganda) de seu estado e mais de 69% ao CENP.

A maior parte das agências ouvidas, ou seja, 40%, têm faturamento de até R$ 1 milhão; 29% têm receita anual entre R$ 1 milhão e R$ 3 milhões; 11%, entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões, e perto de 10% têm receita de R$ 5 milhões a R$ 10 milhões. Empresas com receita anual superior a R$ 10 milhões também representam 10% dos respondentes.

Para acessar a pesquisa acesse: http://bit.ly/vanpro_final2020

TNT SPORTS

Firme na posição de destaque no segmento dos esportes, a WarnerMedia lançou a TNT Sports, sua marca regional, em janeiro, herdando e mantendo os recordes já conquistados nas redes sociais pelo antigo Esporte Interativo. Alcançando mais de 150 milhões de pessoas todos os meses², seu sucesso se baseia em uma entrega multiplataforma, atingindo diferentes públicos com informação e conteúdo relevante do universo esportivo.

Desde o início do ano, o TNT Sports registrou fortes resultados e um alto engajamento. Só em seu perfil do Instagram foram mais de 306 milhões de interações — 93% a mais do que a soma de seus concorrentes —, 50 milhões no Facebook e 3 milhões no Twitter, além dos 77 milhões de views no YouTube ¹. E nesta semana, o perfil EI games no Instagram, marca do TNT Sports dedicada a games e e-sports, atingiu a marca de 1 milhão de seguidores e o perfil da TNT Sports também no Instagram chegou a 10 milhões de seguidores.

Além disso, o portal TNT Sports está entre os TOP 10 do país com 4 milhões de unique visitors e 21 milhões de page views por mês³. “Nós buscamos sempre a conexão com o sentimento do nosso fã. Nosso conteúdo multiplataforma é, no final, um enorme lugar de conversa para a imensa comunidade engajada que temos em todas as nossas redes.”, afirmou Diego Vieira, Diretor de Conteúdo de Esportes da WarnerMedia Brasil.

GRUPO DE MARKETING RS

Em tempos de incertezas e pandemia de coronavírus, o Grupo de Marketing busca respostas sobre o presente e o futuro do seu segmento. A entidade, que faz parte da Associação Riograndense de Propaganda (ARP), acaba de lançar uma pesquisa para mapear o perfil dos profissionais que atuam nesta área no Rio Grande do Sul, bem como as estruturas disponíveis e ferramentas utilizadas na busca de resultados organizacionais.

Com nova presidência, agora encabeçada pela executiva Graciele Grando, o Grupo de Marketing foi criado em 2018 e tem por fim conectar pessoas e fomentar a troca entre esses profissionais com todo o ecossistema criativo. O coletivo faz parte dos grupos de mercado da ARP, e tem na diretoria outros nomes de destaque do marketing, como Fabiana Londero, Ivan Novello, Fabiane Bottezini, Genaro Galli e Anna Quadros.

O estudo que está sendo realizado é coordenado pela RECLAB, empresa de pesquisa, cultura e estratégia, e visa apresentar um retrato do momento atual. “A ideia é mostrar como os profissionais da área estão se reinventando. Hoje, precisamos ter um olhar 360° sobre o cenário, o que é muito bom para dar perspectiva sobre o todo, mas é complicado – ainda mais diante das novas possibilidades surgidas com a pandemia. Temos de entender o que o mercado espera de nós”, declara a presidente do Grupo, Graciele.

Essa é a primeira ação da nova gestão do coletivo, que pretende prosseguir com o trabalho de colaboração e entrega de conteúdo iniciado por ex-presidente Juan Pablo Boeira, que passou o cargo à Graciele. “O objetivo é poder reunir os grandes players do marketing para trocarmos experiências e entendermos o momento de cada empresa, as boas práticas”, analisa ela.

A pesquisa da entidade pode ser acessada através do link https://reclab.typeform.com/to/XB3sfr57. Quem quiser se tornar sócio do Grupo de Marketing, deve atuar profissionalmente no setor e ser um associado da ARP, que oferece sua estrutura e serve como plataforma para os profissionais da Comunicação. Interessados podem entrar em contato através do email arp@arpnet.com.br.

20BARRA9

O 20BARRA9 fechou um contrato de exclusividade com o aplicativo Rappi. Na negociação, havia uma verba de propaganda para a divulgação da parceria.

Inspirados no movimento de doações das grandes empresas e com a aprovação da Rappi, os sócios do 20/ optaram por doar todo o valor, cerca de R$ 36 mil, para a compra de um respirador.

Para suprir a falta do investimento que seria feito na divulgação, o Márcio Callage, um dos sócios do 20BARRA9, publicou um vídeo no perfil @20barra9 com um pedido: que os clientes e amigos “doassem” postagens em suas redes sociais para disseminar a parceria. Publicado na noite do dia 08/04, o vídeo já conta com mais de 300 mil visualizações e mais de 13.000 compartilhamentos.

A doação do valor já foi realizada na última terça-feira, dia 06/04, para a compra de um respirador através do Instituto Cultural Floresta (ICF).

BAND

Em mais uma investida na área de conteúdo esportivo, o Grupo Bandeirantes firmou uma parceria com o Sertões para a transmissão da edição de 2021 do rally. O acordo é válido para a edição deste ano da competição e envolve um pacote de conteúdos editoriais e de entrega comercial.

A Band planeja realizar uma cobertura dos eventos relacionados ao rally, além do próprio Sertões, que acontecerá de 13 a 22 de agosto na região Nordeste do Brasil. Além disso, ao longo do ano, o canal também irá exibir as etapas da competição nas regiões de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Jalapão.

A cobertura do Sertões envolve a televisão aberta, com boletins de notícias nos programas esportivos e as transmissões no BandSports e cobertura no BandNews.

O grupo prepara um pacote comercial para apresentar ao mercado publicitário que contempla uma entrega de oito meses em todos os canais do grupo, incluindo rádio e digital, além de mais de 122 inserções na TV aberta e outras 217 nos canais pagos.

O Sertões complementa a investida recente Band no setor de esportes. Neste ano, o grupo passou a transmitir a Fórmula 1 e, antes, já detinha os direitos da Stock Car e Porsche Cup.

GOOGLE

Na manhã de quarta-feira, 14, a Ipsos apresentou os resultados da oitava edição brasileira do ranking The Most Influential Brands, que analisa o nível de influência conquistado pelas 108 marcas pesquisadas. Os dados foram coletados em dezembro do ano passado, a partir da metodologia de tracking da Ipsos. Em linhas gerais, o estudo apontou que a população brasileira foi uma mais das impactadas pela Covid-19, na comparação com os outros 13 países pesquisados.

“Estamos em uma nação muito impactada, a população está insegura”, ressaltou Marcos Calliari, CEO da Ipsos no Brasil, no evento de apresentação dos dados. A descrença nas instituições abre espaço para o desempenho das marcas. Segundo o estudo, 77% dos entrevistados esperam que as empresas contribuam para a sociedade. Ao mesmo tempo, 50% das pessoas se dizem cansadas de marcas que oferecem solidariedade, mas não agem.

Para metrificar a influência, a companhia leva em conta uma série de atributos, que podem ser reunidos em seis dimensões. São elas engajamento, confiança, inovação, presença, responsabilidade social e – a novidade de 2020 – Covid. Essas categoriais podem aparecer com mais ou menos peso dentro do desempenho de uma marca. Os organizadores destacam que, se nos anos anteriores inovação e confiança despontavam entre as top brands, agora, elas dividem espaço de maneira mais igual com responsabilidade social e engajamento (interação digital).

Nesse contexto, o título de marca mais influente de 2020 no Brasil foi conquistado pelo Google, que se mantém na posição desde 2016. Na sequência, aparecem o YouTube, que se consolidou como um canal de entretenimento e serviço ao longo da pandemia, e a Samsung, na terceira posição, que lidera a categoria de mobile. A necessidade de conexão e a migração forçada para o home office impulsionaram o desempenho de outras empresas de tecnologia, como Microsoft e Facebook, que ocuparam o 4º e 5º lugares no ranking, respectivamente.

Empresas de bens de consumo, que oferecem produtos de primeira necessidade, também foram destaque no ranking por sua presença. Colgate conquistou o 6º lugar, enquanto Nestlé ficou com o 7º. O Boticário foi a única marca nacional a ser listada no Top 10. A empresa de beleza teve seu desempenho puxado pelo quesito responsabilidade social. Avaliado pela primeira vez em 2020, o Mercado Livre fez sua estreia já na 9ª posição, com o avanço das compras online. Veja o ranking completo:

1- Google

2- YouTube

3- Samsung

4- Microsoft

5- Facebook

6- Colgate

7- Nestlé

8- O Boticário

9- Mercado Livre

10- Mastercard

ORQUESTRA VILLA-LOBOS

Em uma forte simbologia, a clave de sol e as notas musicais colcheia e semicolcheias sobrepõem as iniciais OVL na nova identidade visual que marca o o início das comemorações pelos 30 anos da Orquestra Villa-Lobos a serem completados em exatamente um ano: 15 de abril de 2022. Desenvolvida pelo Estúdio Abreu Design sob a liderança e o olhar criativo do professor Bento Abreu – ele também com experiência de três décadas em projetos artísticos e culturais –, a marca busca congregar em um único signo a juventude dos aprendizes e a tradição deste músico e educador brasileiro com a estatura de Heitor Villa-Lobos. “A OLV inaugura um novo tempo, ainda que permaneça enfrentando desafios, como ocorreu em 2020 por causa da pandemia. Agora, a partir de 15 de abril, ao assinalarmos uma espécie de contagem regressiva para aniversário tão significativo, também nos reinventamos”, afirma a maestrina e coordenadora da Orquestra Villa-Lobos, Cecília Rheingantz Silveira. 

Bento detalha a construção da proposta que inclui selo comemorativo aos 30 anos: Os aspectos mais comunicativos e joviais foram expressos por meio da ligação entre as iniciais OVL em tipografia robusta, com desenho claro e objetivo, sobrepostas  pela clave de sol e mais duas notas musicais, resultando um signo dinâmico, alegre e com forte apelo visual. Já a  tradição da música e de seu “patrono” aparecem na parte textual do logotipo a partir da tipografia clássica. “É uma referência à disciplina e atribui sobriedade ao layout. A combinação das cores amarelo e azul contribui para que esses conceitos sejam ainda mais evidenciados”, finaliza Bento, que também idealizou layout para ser aplicado em camisetas e em outras peças.     

A OVL está programando atividades especiais, a cada mês, até abril de 2022. Acompanhe nas redes da Orquestra.

Mais sobre a orquestra

A Orquestra Villa-Lobos é um projeto de educação musical desenvolvido desde abril de 1992 junto à Escola de Ensino Fundamental Heitor Villa-Lobos, na Lomba do Pinheiro, na periferia de Porto Alegre (RS). Sob a regência de Cecília Rheingantz Silveira, também idealizadora e coordenadora do programa, a Orquestra lançou dois CDs (o Trenzinho do Caipira, de 2002, e Olhos Coloridos, de 2008), um livro (Orquestra Villa-Lobos – Música que Transforma, de 2012) e um DVD (Orquestra Villa-Lobos ao Vivo, de 2013).

 Ao longo de quase 30 anos, a Orquestra já fez mais de 1,2 mil concertos, que foram assistidos por mais de 350 mil pessoas. Além disso, o programa recebeu menções importantes de instituições ligadas à música, à cultura e à educação, se consolidando como uma das principais iniciativas da área no Brasil. O mais recente reconhecimento veio em novembro passado quando, com Afrika, conquistou o Prêmio Açorianos de Música 2019-2020 na categoria Espetáculo do Ano.  

Para saber mais sobre a Orquestra Villa-Lobos, acesse o canal do YouTube YouTube  https://www.youtube.com/OrquestraVillaLobos

TRADE MARKETING

O trade marketing é uma estratégia que tem como principal objetivo explorar as melhores formas de expor produtos nos canais de venda, sejam eles virtuais ou físicos. A ideia é potencializar negócios, aumentar o reconhecimento da marca e facilitar a jornada de compra do consumidor.

Com uma concorrência cada vez mais acirrada, é mais do que fundamental ter uma boa estratégia para oferecer sempre a melhor experiência possível ao cliente e, com isso, obter melhores resultados de venda e lucratividade. Pensando nisso, a Gofind , primeiro localizador de produtos omnichannel do Brasil, lista quatro dicas para quem deseja aplicar o trade marketing na sua empresa.

Sampling
As ações de sampling nada mais são do que as já famosas amostras grátis. Essa é uma estratégia clássica e muito utilizada, e que ainda gera resultados excelentes. Funciona tanto nas lojas físicas, quando a amostra grátis fica disponível para para quem quiser testar, quanto no online, quando são oferecidas aos clientes, no momento de finalizar a compra. Depois de utilizar e avaliar a amostra, as chances de uma recompra são grandes, o que garante maior aceitação do público, principalmente em lançamentos.

Merchandising
O merchandising serve, principalmente, para captar a atenção do consumidor. No ponto de venda físico, é possível utilizar banners e displays, por exemplo. Já no digital, o trabalho fica por conta dos anúncios e estímulos visuais.

Promotores
Os promotores são as pessoas que promovem a verdadeira experiência de compra ao consumidor, oferecendo suporte, tirando dúvidas e impulsionando a compra. Exatamente por estarem nesta etapa final, no momento que o cliente já está interessado em fechar negócio, são essenciais e, quando bem capacitados e treinados, contribuem muito para o crescimento da empresa.

Mensure os resultados
Seja no físico ou online, mensurar o desempenho e resultados é muito importante. Veja como as mudanças do trade marketing refletiram diretamente no seu negócio, em questões como volume de vendas, receita, rentabilidade, entre outros.

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Especial: O ano do streaming

Artigos: Silvio Teitelbaum, Juliano Madalena, José Maurício Pires Alves, Ricardo Martins e Fernanda Inomata

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