José Mauricio Pires Alves – 03.12.2021

O QUE VOCES ACHAM DO . ?

Por José Mauricio Pires Alves, Diretor Cultural da APP e CEO da Atalho Soluções em Comunicação

A resposta a esta pergunta inicial, vocês poderão formalizar no final desta crônica.

Estou me referindo a uma nova moda, muito em voga atualmente. Trata-se do uso indiscriminado dos acrônimos, também conhecidos com siglas.

Empresas e marcas famosas estão mudando seu nome. Será que para melhor?

Vejam o caso do McDonalds, símbolo de um estilo de vida, marca com valor atual de 22 bilhões de dólares, que está tentando transformar algumas lojas em Méqui para simbolizar a intimidade da marca com seus consumidores.

Lá em cima, que pensarão o Maurice e o Richard, criadores da marquinha famosa?

Não tenho nada contra os acrônimos pois uns ficam melhores que os nomes, como a NASA (National Aeronautics and Space Administreation) e outros continuam ruins como a Gestapo (Geheime Staatspolitzei).

Em pesquisa na internet encontrei alguns nomes que não pegariam bem por aqui:

– O site de compras Cuzin.

– A loja japonesa Suvaco.

– A Rola, empresa alemã de soluções de segurança.

– A montadora chinesa Chana Motors

– A Fundacion para el Desarrollo Urbano (FUDEU) da Costa Rica

Nos meus tempos de aprendizado, um dos ativos mais valiosos de um produto ou de uma empresa era o nome.

Ele deveria ter magnetismo, distinção, mostrar seu posicionamento, ser um diferencial de marca, forte e inesquecível.

Mas vamos à questão inicial desta crônica.

A Ponto Frio, maior loja de eletroeletrônicos do país mudou de nome.  

Agora é Ponto.

Que ponto: o ponto que partiu, o ponto de taxi, o ponto e vírgula ou o ponto final?

O nome Ponto invocará associações positivas e emocionais com esta empresa que todos conheciam e muitos admiravam?

Deixo a resposta para você: a respeito deste assunto, qual é o seu ponto de vista?

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