DIVERSIDADE DE IDADE – 15.10.2021

A diversidade tem sido amplamente discutida nos últimos anos, seja em empresas ou canais de comunicação. Trata-se de uma ação para ajudar a disseminar o que há de mais importante na nossa sociedade: as pessoas como elas são.

No entanto, ainda temos um caminho a ser percorrido. Uma cena frequente no ambiente de trabalho nas últimas décadas, por exemplo, é a discriminação de idade. Nesta linha, uma pesquisa recente da InfoJobs aponta que 70% das pessoas com 40 anos ou mais dizem já ter sido sofrido algum tipo de discriminação por conta da idade.

A discussão sobre diversidade etária é necessária porque tanto a sociedade como as empresas podem ajudar a sanar os casos de preconceitos sobre pessoas com faixas etárias mais avançadas. Profissionais que enfrentam diversas barreiras, como os olhares sobre a idade de forma pejorativa na nossa cultura.

A partir de uma mudança cultural da sociedade a respeito dos conceitos sobre a idade. Já as empresas poderiam repensar um pouco sobre os impactos da “juniorização” e do rendimento financeiro das pessoas com mais de 40 anos.  

O mercado precisa verificar o que está sendo feito em processos seletivos. As companhias devem se atentar a atitudes e comentários inadequados, além de fazer um mapeamento dos profissionais existentes e a busca da diversidade nas escolhas.

Deve-se considerar também a ampliação de buscas de profissionais com mais idade em diferentes fontes de recrutamento, dialogar sobre o assunto, oferecer um espaço seguro para falar sobre o tema e mostrar a importância da experiência profissional e de vida.

Quando as empresas reconhecem os papéis de diferentes gerações, fica mais possível atingir equilíbrio e inovação.

Entre os principais benefícios para uma organização que diversifica pessoas de diferentes gerações estão a qualidade, criatividade, melhor ambiente para as pessoas, aumento dos resultados, e outros.

Quando uma empresa estimula a troca de experiências, ela propaga a ampliação de conhecimentos, sejam eles técnicos, de liderança ou pessoais. Junto a isso, proporcionar desafios e segurança psicológica pode ser um caminho para a inclusão de profissionais que injustamente são considerados ultrapassados para o mercado de trabalho, além de ajudar as demais pessoas a despirem-se de preconceitos. 

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