COMO O COVID-19 AFETOU O CONSUMO DE MÍDIA DAS GERAÇÕES

Vídeos online e televisão aberta foram as mídias com maior aumento desde o início da pandemia.

Por Guilherme Novello

Uma pesquisa realizada pelo Global Web Index e publicada em forma de infográfico pelo Visual Capitalist mostra como a pandemia de coronavírus impactou no consumo de mídia de cada geração.

A pesquisa contou com quase 4.000 usuários da Internet entre 16 e 64 anos dos Estados Unidos e do Reino Unido, que responderam que tipo de mídia começaram a consumir ou estão consumindo mais desde o início do isolamento.

Mais de 80% das pessoas responderam que estão consumindo mais desde o início da pandemia, sendo a televisão aberta e vídeos online responsáveis pelo maior aumento. A Geração Z, de 16 a 23 anos, e os Millenials, de 24 a 37, aumentaram o consumo, majoritariamente, de vídeos online; a Geração X, de 38 a 56 anos, e os Boomers, de 57 a 64, de televisão aberta.

Os maiores aumentos da Geração Z foram vídeos online (51%), televisão online/streaming (38%) e videogames (31%), enquanto os menores foram mídia impressa, como jornal (9%) e podcasts (11%).

A geração dos Millenials foi a que teve o comportamento mais diverso, mesclando mídias físicas e digitais. Os maiores aumentos foram: vídeos online (44%), televisão online/streaming (41%), notícias online (36%) e televisão aberta (35%). Os menores foram a mídia impressa (19%, mesmo assim, um aumento maior que o de todas as gerações), seguida de podcasts e livros (20%).

A Geração X aumentou o consumo de televisão aberta mais do que todas as outras (45%), seguida de rádio e televisão online/streaming, ambos com 38%. Os menores foram mídia impressa (7%) e podcasts (10%).

A geração Boomer teve como aumento mais significativo a televisão aberta (42%). Foi também a geração que mais disse não ter aumentado o consumo de nenhuma das mídias citadas na pesquisa, 24% afirmaram isso, porcentagem maior que o segundo maior crescimento: televisão online/streaming, com 21%.

Confira o link com a pesquisa completa e infográfico clicando aqui (em inglês).

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